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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

O fariseu e o publicano


Queridos leitores este trecho bíblico me alegra muito, pois o conheço desde muito pequeno. É uma grande responsabilidade escrever este artigo. Trata-se de uma parábola impactante de Jesus Cristo.
"Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano. O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo. O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador! Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado." (Lucas 18:10-14)
O versículo anterior, nove, explica qual era o objetivo desta parábola:
"E disse também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros:" (Lucas 18:9)
A polêmica já acontece no início da parábola. Os publicanos eram coletores de impostos e considerados grandes pecadores. Os fariseus não gostavam deles. Consideremos o que dizem as escrituras, que aquele que crê em Jesus Cristo será salvo, conforme Marcos 16:16, João 3:18. Vou contar-lhes algo que me aconteceu, que tem muito a ver com o que conta nesta parábola:

Há um tempo atrás, eu e um amigo, discutiamos o assunto da salvação, se acontecia automaticamente à todo o que cresse em Jesus Cristo, ou necessitaria de boas obras. A velha contenda, já resolvida, da fé e/ou das obras. Sabemos que é a fé, mas acompanhado das obras, já que as obras são feitas porque se é salvo. No entanto este não era o cerne da discusão. Não era de colocar em dúvida a salvação daqueles que cressem em Jesus Cristo, pela fé, mas na continuidade da prática dos pecados por aqueles que são considerados salvos. Este meu amigo era convertido há tempos, devidamente batizado, mas estava em grave e aparente pecado, prejudicando severamente a vida de outra pessoa. Precisava aceitar aconselhamento, no entanto, dizia-se salvo, que tropeçava pedia perdão e continuava a caminhada, não aceitava a disciplina de ninguém e não mudava de posicionamento. Quando tentávamos lhe explicar alguma coisa sobre a continuidade do pecado, ele simplesmente declarava: Quer dizer que perco a salvação se pecar? Quer dizer que somente crer em Jesus Cristo e ser batizado não me garante salvação e assim preciso fazer algo mais?  Preciso de boas obras? Uma vez salvo, não serei salvo para sempre?

O que este meu amigo não percebia é que muitos cristão se acham separados, se acham especiais, se acham melhores e mais justos do que os demais, se "acham" e se "acham". Agem semelhantemente ao fariseu acima. Menosprezam as outras pessoas. Os Tratam como seres inferiores. Por trás das cortinas pecam como qualquer outro ou até mais. Não aceitam ser admoestados e continuam no mesmo pecado. Pensam que se pecarem, pedirem perdão, mas continuarem praticando o mesmo pecado, não haverá nenhuma consequência. Não entendem que o pecado praticado continuadamente torna-se iniquidade. O pecado é iniquidade e morte. Veja o que disse o apóstolo Paulo em 1Co 3:13:
"A obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um." (1 Coríntios 3:13)
Jesus nos disse claramente que aquele que diz que o conhece, mas não segue seus mandamentos não o conhece. Seriam estas pessoas verdadeiramente convertidas? Não seriam estes, aqueles que o Senhor Jesus disse para que se afastasse dele?
"Aquele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade." (1 João 2:4)
"E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade." (Mateus 7:23 )
A palavra de Deus é tão clara que dispensaria maiores comentários. Quem é genuinamente nascido pelo espírito tem o hábito de ser obediente. Veja que este último trecho bíblico fala da iniquidade, ou seja a continuidade da prática do pecado, mesmo sabendo-se que é pecado e que afronta a Deus. A salvação não se perde, por causa da própria palavra de Deus que garante isto, mas o julgamento de todas as coisas cabe somente à Deus. Como disse um outro amigo meu, só adivinhamos quem é salvo, pelo seu andar. Só podemos adivinhar e não afirmar. Temos que considerar também o que Paulo escreveu em Romanos 8:28:
"E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito."  (Romanos 8:28)
Ora, está escrito "todas as coisas"; a vida, a morte, a virtude, o bem, o mal ou qualquer outra coisa. Todas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus e que o honram com sua fé, dizendo-o com isto, verdadeiro, justo, santo, merecedor de toda a honra, toda a glória, todo o louvor e toda a adoração. Isso agrada a Deus porque demonstra verdadeira fé, necessária para aqueles que, verdadeiramente, crêem em Jesus Cristo de Nazaré. É só através de Jesus Cristo que o pecado foi e ainda é destruído em nós. Tendo Jesus Cristo em nós, Ele assume todos os nossos pecados, como se dEle fossem, e os destrói como somente Ele pode fazer. Ele já dez isto naquela cruz no Gólgota.

A palavra de Deus se sustém. Ela é, porque diz que é. Quando a palavra diz que aqueles que crerem em Jesus são salvos, ela diz o que é verdadeiro. Para ter certeza de que somos salvos devemos ser verdadeiramente de Jesus Cristo. Não podemos nos fazer superiores aos outros, arrogantes, os principais, ou pensar que podemos viver dissolutamente e pecar mais ainda do que alguém que não conheça à Jesus Cristo e achar que está tudo bem. Aquele que desobedece a Jesus Cristo e faz o mal, não possui as características de quem recebeu o Espírito de Deus. Andamos reto porque somos salvos. Antes de qualquer julgamento de Deus as coisas começam a colapsar na vida daquele que insiste em pecar, pela simples razão da semeadura. Colhemos o que plantamos. Algumas pessoas falam em expectação, que é o que a pessoa salva sofre quando permanece no pecado. Se vê diante de um dilema angustiante, de estar cometendo o mal. Será que aquele que crê em Jesus, mas permanece no pecado tem em si o Santo Espírito de Deus como outro justo que busca não pecar, o teria? Só Deus sabe, pois é somente Ele que conhece o coração dos homens, e como é enganoso o coração dos homens, como afirmam as escrituras. Entende-se que o pecado não terá domínio sobre os salvos. O apóstolo Paulo escreveu sobre isto em Romanos, capítulo seis:
"Que diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele? Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte? De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida. Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição; Sabendo isto, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado. Porque aquele que está morto está justificado do pecado. Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos; Sabendo que, tendo sido Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte não mais tem domínio sobre ele. Pois, quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus. Assim também vós considerai-vos certamente mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor. Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências; Nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça. Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça. Pois que? Pecaremos porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum. Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça? Mas graças a Deus que, tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues. E, libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça. Falo como homem, pela fraqueza da vossa carne; pois que, assim como apresentastes os vossos membros para servirem à imundícia, e à maldade para maldade, assim apresentai agora os vossos membros para servirem à justiça para santificação. Porque, quando éreis servos do pecado, estáveis livres da justiça. E que fruto tínheis então das coisas de que agora vos envergonhais? Porque o fim delas é a morte. Mas agora, libertados do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna. Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor."
"Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro. Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça, do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado; Deste modo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao espojadouro de lama." (2Pe 2:20-22).
Isto é o que acontece com aqueles que conheceram Jesus Cristo e se apartaram dEle. Se apostataram da fé Cristã, mantendo ainda muitas vezes a aparência e o status de Cristão, mas sem o viver cristão. Não tem mais fé no Senhor Jesus Cristo. Não o honram mais, dizendo-O mentiroso e indigno de nossa fé e confiança. Se assim é, não O tem mais consigo. Quem destruirá o pecado? o próprio pecador? Impossível!

Para finalizar, o apóstolo Paulo, na carta aos romanos, capítulo um, deixou bem claro que aquele que abandona a Deus, Deus também o abandona, deixando o pecado cumprir seu curso inevitável.

Como o publicano disse, dizemos também semelhantemente: Senhor tenha misericórdia de nós, pois nada somos. Precisamos desesperadamente de Ti.

Fiquemos todos na paz, que execede todo o entendimento, 
do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré, Yehoshua.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Paradoxos

Queridos leitores,

Vivemos um momento da história brasileira muito interessante. Constatamos verdadeiros paradoxos: 
  • alimentos que não alimentam, pelo contrário não dão vida, matam; 
  • igrejas de Jesus Cristo que não são igrejas de Jesus Cristo, mas sim sinagogas do diabo; 
  • Jesus Cristo, o cabeça da Igreja cristã, não pagou e nem recebeu dízimos, mas pagou impostos; as supostas igrejas de Jesus exigem dízimo e não pagam impostos;
  • dízimo que não é dízimo porque já prescreveu na cruz;
  • dinheiro que não é dinheiro, porque não tem valor nenhum, pois não possui lastro, é emitido em dívida;
  • governo que está no poder, mesmo não sendo nada, porque não representa o povo; 
  • voto que não é voto porque as urnas foram fraudadas, jogaram nosso voto no lixo;
  • mentira que de tanto falada, vira verdade, inclusive para aqueles que mentem, pois acreditam na sua própria mentira; 
  • povo que vai às ruas, mas não consegue expulsar um governo que não o representa;
  • STF que decide que a Câmara dos deputados, que representa o povo,  nada resolve e dita novos ritos;
  • empresa de petróleo, uma das maiores do mundo, milionária, que é pobre, pois nada mais vale porque foi roubada até quase seu último centavo; 
  • Ladrão que não é ladrão porque não há julgamento, mas impunidade. Valem-se da suposta democracia, de seus "direitos civis", usando para isto todos artifícios legais, mas moralmente ilegais, para escaparem da justiça, da justa condenação;
  • Médicos que não são médicos, são escravos, pois foram "importados" de Cuba. Com seus salários pagos diretamente aquele país, que retém quase todo o valor, financiam o socialismo e a ditadura;
  • honestos que são considerados trouxas. Espertos, malandros e corruptos, considerados inteligentes, pessoas idôneas, aptos a liderar, por aqueles que não tiveram instrução adequada para escolher seus representantes acertadamente; 
  • bandidos que não são bandidos porque governam o país, formaram quadrilha com quase a totalidade daqueles que deveriam representar o povo; 
  • patriotas e supostos representantes do povo, que não são patriotas porque trairam e venderam o seu país, patrocinaram países ditatoriais com dinheiro público, através de corrupção e mentiras; 
  • Banco de desenvolvimento que não é banco de desenvolvimento do país, pois não fomenta o crescimento das empresas nacionais, impõe dificuldades aos brasileiros comuns para conseguir financiamentos para seus negócios, pois empresta dinheiro a juros abaixo do mercado, aos "amigos" do governo, inclusive patrocinando ditaduras e corrupção, deixando a conta para o povo pagar; 
  • democracia, que não é democracia, mas sim um socialismo disfarçado e por fim,
  • guerilheira e assaltante de bancos que não é guerrilheira  e nem assaltante, porque mesmo sem arrependimento, é a presidente do país; 

Vivemos um tempo de grandes paradoxos no Brasil. Quem tem ainda a cara de pau de dizer que somos a nação do futuro? Pátria educadora e tantas outras besteiras propagandeadas pelos governos, que vão e que vem, mas que são sempre os mesmos, atendendo interesses pessoais e estrangeiros, que nunca representaram verdadeiramente o povo, que depois da escravidão, como gado vai mudo, rumo ao matadouro. Que Deus nos ajude!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

O medo, o obscurantismo e a mentira


Há muito tempo as igrejas que se dizem de Jesus Cristo nada mais são do que empresas que exploram a fé das pessoas. Trabalham nestas empresas profissionais da fé. Lideres religiosos fazem seus discursos elaborados, lindos e emocionantes, quando, na verdade, meia dúzia de palavras bastariam para dar conta do recado. Para eles o emocional das pessoas deve ser atingido. Estratégia de oratória? Claro que sim. 

Contratam administradores formados em faculdades seculares ou estagiários, visando reduzir custos de funcionários C.L.T., para gerir os recursos obtidos dos "fiéis", para administrar o "negócio". Talvez, nestes casos, não seja pré-requesito ser cristão, pois até pode que essa pessoa se converta e mais um estará salvo, mas salvo do que? (Mateus 23:15) Estas empresas justificam suas atividades e "seus" templos declarando que fazem obras sociais, ajudam famílias, patrocinam missões, etc, como se os fins justificassem os meios, mas pior do que isso é que acreditam nas suas próprias mentiras. São "empresas", inscritas no CNPJ, isentas de IR (imposto de renda), IPTU, IPVA e com os estagiários ficam também isentas dos direitos trabalhistas do funcionário que seria CLT. A justificativa poderá ser de que devem administrar bem os recursos financeiros oriundos de doações, certamente. A pergunta que vem a mente é: não seriam os impostos, se cobrados e pagos, revertidos para o bem da comunidade? Isto não estaria dentro do que foi ensinado por Jesus que pagou impostos? porque será que o governo, sedento por impostos, não cobra impostos das igrejas (templos)? Estará o governo impossibilitado disto porque trata-se de doação? Convido-lhe a refletir sobre isto.

Será que Jesus mentiu quando disse que reino dividido não prospera (Marcos 3:24)? Assim como, verdadeiramente, os apóstolos e profetas são o alicerce da verdadeira igreja de Jesus Cristo de Nazaré, Filho de Deus (Efésios 2:20), estas outras igrejas, supostamente de Jesus, tem na sua base o seu principal erro, a divisão. Será mesmo que acreditam que a árvore má pode dar bons frutos? Mentem e manipulam as "ovelhas" para que fiquem debaixo do seu domínio e do seu pesado jugo, assim como faziam os fariseus e mestres da lei no tempo de Jesus. Exigem os seus falsos dízimos ameaçando as pessoas com maldições e interpretações tendenciosas da palavra do Senhor. Isso me faz lembrar de uma frase que me impactou muito quando a li pela primeira vez: "O medo é a fé do diabo, o obscurantismo o seu catecismo e a mentira a sua cruz". Que tremendo! Isto é familiar pois acontece muito nas igrejas que se dizem de Jesus Cristo. Geram medo nas pessoas, ameaças de maldição, coerção, promovem a obscuridade onde lhes interessa e a mentira corre livremente. Não entendo como pode ser, que aqueles que pregam o amor ao próximo, mentem para seus semelhantes, promovendo o medo através de falsas ameaças usando para isto, falsamente, a própria palavra do Senhor, assim como o diabo a usou para distorcer a verdade e tentar o Senhor Jesus Cristo no deserto. É incompreensível onde os líderes destas "igrejas de Jesus" querem chegar. Certamente nem eles mesmos sabem ou estão muito enganados ou comprometidos. Querem crescer, aumentar seus templos, criar novas estruturas, salas confortáveis climatizadas, estacionamentos, clubes para os membros, viagens, sessões coletivas de cinemas e tudo o que o mundo oferece. Muitos destes líderes, vergonhosamente, sucumbiram a ganância e até participam de redes de marketing, ou seja, redes piramidais. Mentem deslavadamente. Dizem que esta é a prosperidade e bençãos que o Senhor dá, dentro de seus templos. Que são os separados de Deus e herdeiros das bençãos. Isto nos lembra de Mateus 4:9. Esquecem que o Senhor Jesus disse que quem o seguisse, como ele, não teria onde recostar a cabeça (Mateus 8:20) e que não vestissem uma segunda túnica, o que nos fala de uma identificação com as pessoas simples e comuns. Jesus ainda disse que aquele que diz que o conhece e não segue seus mandamentos, não o conhece (1João 2:4). Esqueceram disto também? estão com a memória um tanto fraca. Por causa do dízimo, também "esquecem" de avisar seus "fiéis" que Deus não habita em templos construídos por mãos humanas e nem é servido por elas, conforme nos dizem as escrituras, que eles supostamente pregam, conforme está expresso em  2Crônicas 6:18, Atos 17:24,25 e 1Coríntios 3:16 entre outros textos. Que coisa não é mesmo? Muitos pensam que só frequentando os templos é que poderão falar e se encontrar com Deus. As mentes aparentemente fracas destes líderes os fizeram esquecer de deixar claro aos seus membros o que Jesus disse à samaritana junto ao poço de Jacó, na Samaria, sobre a verdadeira adoração e os verdadeiros adoradores que Deus busca (João 4:21-24).
Certamente estamos vivendo os últimos tempos. A manipulação que as pessoas sofrem atingiu um ponto que é praticamente impossível viver sem a estar sofrendo. Precisamos de Deus cada vez mais para que possamos suportar estes dias ruins, disfarçados de bons, através da sua falsa paz, segurança e prosperidade. Enquanto há luz, há tempo para o arrependimento e mudança de atitudes, mas o tempo se esgota rapidamente.
A nossa oração é simples: Senhor ajude-nos e tenha misericódia de nós, para que perseveremos na verdadeira fé.

Fiquemos todos na paz, que execede todo o entendimento,
do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré.