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domingo, 8 de maio de 2016

O exemplo de Jesus Cristo

Queridos leitores.

Todo aquele que crê no Senhor Jesus Cristo de Nazaré sabe que temos que procurar seguir sua postura, seu caráter, seu exemplo. Vemos as igrejas denominacionais fazendo isto em muitos pontos, mas não em todos. Onde não seguem o exemplo de Jesus Cristo? São muitos, mas citarei somente alguns como exemplos, mas antes faço três perguntas simples:

1- Consta na bíblia que Jesus Cristo pagou dízimo?

2- Consta nas escrituras que Jesus Cristo exigiu dízimos para si ou para a sua Igreja que nasceria em Atos 2:1-47, depois da sua morte e ressurreição, na descida do Espírito Santo de Deus?

3- Jesus pagou impostos?

Não consta em lugar algum da bíblia que Jesus Cristo tenha pago dízimos. Porque era carpinteiro, como seu pai terreno José. Só pagavam dízimos quem trabalhasse com agricultura e criação de gado. Por isso o dízimo jamais era entregue em dinheiro, mas produtos agricolas e gado. Isto nos lembra Timóteo 6:10.

Jesus Cristo também não exigiu dízimos para si e nem poderia, sendo isso um total disparate. Jesus era perseguido justamente por aqueles que entregavam e exigiam os dízimos, fariseus e mestres da lei, que queriam a sua morte. Jesus pertencia a tribo de Judá e não de levi a quem eram devidos os dízimos. Jesus pertencia a outra ordem de sacerdote, da ordem de Melquisedeque, sacerdote do Deus Altíssimo, sem genealogia, início ou fim de dias. Jesus, como Deus, sabia que depois da sua morte e ressureição estaria selada a nova aliança e sua igreja seria criada, fato mantido oculto durante o velho concerto. Como consta em Hebreus, mudando-se o sacerdócio há mudança da lei (Hebreus 7:2). A lei cerimonial, a qual o dízimo pertencia, foi prescrita na cruz. Jesus e seu ministério viviam de doações, não de dízimos. E nem adianta citar o dízimo de Abraão e Jacó, pois foram únicos. O primeiro de despojos de guerra e o segundo tratou-se de um voto de dízimo, condições que Jacó disse à Deus para que desse o dízimo. Ainda não havia a lei cerimonial, levitica, que serve de base para a cobrança dos atuais dízimos. Por sinal, os dízimos eram para manutenção dos sacerdotes levitas, para as viúvas, órfãos e estrangeiros. Eram entregues somente em um lugar no mundo, a casa do tesouro, no templo em Jerusalém que não mais existe, desde o ano 70. D.C., quando foi destruído pelos romanos. Ainda posso citar o primeiro concílio de Jerusalém que definia algumas coisas para o cristão gentio, mas que nunca falou de dízimo, que como disse antes, pertencia a Lei cerimonial do povo judeu, antes da cruz.

Jesus pagou impostos? SIM. Jesus pagou impostos, veja o trecho bíblico:
"E, chegando eles a Cafarnaum, aproximaram-se de Pedro os que cobravam as dracmas, e disseram: O vosso mestre não paga as dracmas? Disse ele: Sim. E, entrando em casa, Jesus se lhe antecipou, dizendo: Que te parece, Simão? De quem cobram os reis da terra os tributos, ou o censo? Dos seus filhos, ou dos alheios? Disse-lhe Pedro: Dos alheios. Disse-lhe Jesus: Logo, estão livres os filhos. Mas, para que os não escandalizemos, vai ao mar, lança o anzol, tira o primeiro peixe que subir, e abrindo-lhe a boca, encontrarás um estáter; toma-o, e dá-o por mim e por ti." (Mateus 17:24-27)
Porque será que as denominações, que dizem ser do Senhor Jesus Cristo, fazem justamente o contrário ao exemplo que ele deu e deixou, se dizem seguir seu exemplo? Porque exigem dízimos e não pagam impostos, contrariamente ao que fez Jesus Cristo de Nazaré? Será que pensam que não escandalizam ninguém, mesmo quando sabemos que os impostos são convertidos em melhorias de vida para a população?

Eu ainda faço uma pergunta melhor: porque o governo, sedento por arrecadação, permite que as denominações, verdadeiras empresas lucrativas, não paguem impostos? Vemos a cada dia mais as denominações se transformarem em empresas com CNPJ, empregados registrados e administração realizada por profissionais formados em administração. Muitos líderes destas denominações encontram-se sentados em privadas de ouro nas suas luxuosas residências. Nas grandes denominações há pastores com salários milionários. Fazem discursos cada vez mais bonitos, eloquentes, psicológicos, emocionais, manipulatórios, compromissados com seus salários, não com a palavra de Deus. Outros por comodidade e pelo seu sustento sustento, mesmo sabendo onde estão, no erro, mantém-se nestes locais, onde não há sinais, prodígios, nem curas de Deus, mas locais que são verdadeiras sinagogas do diabo, onde é pregado um falso evangelho de Cristo.

Estes líderes vendem o precioso sangue de Jesus Cristo, chutam a sua cruz e o seu sacrífício. Mas se algo pode ser ainda pior do que isto, mentem todos os dias, para aqueles a quem dizem que amam, a começar pelo próprio Deus. Falta-lhes o temor e o tremor à Deus.

Como se não bastasse, agem com base na obscuridade que é o catecismo do diabo. Fomentam o medo nas pessoas, que é a fé do diabo, através de ameaças do devorador e da falta de provisão, para aqueles que não tem como dizimar ou não concordam com suas imposições. Obrigam desta forma as pessoas a entregarem, como dízimo, seu limite de cheque especial, passagem do coletivo, o valor da sua conta de energia ou água, muitas vezes sua própria casa como oferta entre outras barbaries. Para estes líderes, mentirosos, desonestos, manipuladores, que agem como o seu pai, o próprio diabo a quem servem, o importante é que recebam, enquanto fazem uma lavagem cerebral nas "ovelhas".

Nas suas reuniões congregacionais dizem que todos os crentes são sacerdotes, proclamadores da palavra de Deus, do evangelho, no entanto para suas liturgias exigem ordenação e muitas outras exigências dentro da suas doutrinas e dogmas.

Na base da obscuridade, para aqueles que ainda não conhecem a palavra de Deus, dizem que deve-se ir à "igreja", templo, frequentar os cultos ou missas, mas esquecem-se de deixar transparente o que diz claramente a palavra de Deus:

 "O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens; Nem tampouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, e a respiração, e todas as coisas;" (Atos 17:24,25, Grifo meu)


Deus não habita em templos contruídos por mãos humanas e nem é servido por elas e fim de assunto. Deus não precisa do nosso dinheiro porque ele é o dono de toda a riqueza pois criou todas as coisas e não falo só da terra, mas de todo o universo. As riquezas de Deus não são materiais, mas sim espirituais. Será que há alguém que pense que Deus pode querer o nosso dinheiro, como se dele precisasse, como pregam muitos dizendo que se não dermos dízimo estaremos roubando à Deus? Usam um trecho bíblico genuínuo, isoladamente para justificar suas mentiras. Trata-se de manipulação, pois quem precisa de dinheiro é o homem, que lança mão de tudo o que puder para conseguí-lo, até mesmo usar o nome de Deus.


Para finalizar:
"E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém." (Mateus 28:18-20)
Vejamos este outro trecho bíblico:
"E disse-lhes: Ide por todo omundo, pregai o evangelho a toda criatura." (Marcos 16:15)
Sabemos que uma das justificativas para a cobrança do dízimo é a manutenção dos templos e de seus pastores. Templos que eles constroem para se apresentar, diante dos homens, como pontos de presença, como fazem os bancos comerciais. Unidades lucrativas, pois quando não são fecham e deixam os crentes largados a própria sorte. Nestes trechos bíblicos Jesus não disse: Ide por todo o mundo, contruí templos, cobrai dízimo e pregai o evangelho à toda a criatura. Se algo não está na bíblia não devemos supor ou "trabalhar as escrituras" para justificar os interesses de homens. As igrejas denominacionais entre outras, tomaram o lugar da verdadeira Igreja do Senhor Jesus Cristo de Nazaré, fazendo justamente o que Jesus Cristo não fez, mas disse que faziam os fariseus e escribas. Não entram no reino do céu e não deixam entrar quem está entrando, conforme consta em Mateus 23.

Por fim estes líderes e estas congregações mentirosas, impedem os verdadeiros crentes de esmolar, de dar ao próximo a ajuda necessária, de praticar a bondade e a generosidade. Ao pedirem a entrega dos dízimos na sua denominação colocam-se como coletores e despenseiros da generosidade alheia, usando os recursos entregues ao seu bel prazer e de sua diretoria, com presidente e demais cargos. Você já ouviu alguém em um culto que pregue o ato de esmolar? No Novo Testamento, a bíblia fala muito mais de esmolar do que dar dízimo, mas se pregassem sobraria muito menos para os falsos dízimo, o que para eles não é desejável, é concorrência. Isto é fato.

É necessário que sejamos livres, porque Jesus Cristo nos libertou não para nos colocar debaixo de outro jugo e de outra escravidão, mas sim para sermos verdadeiramente livres de todo o mal, de toda a manipulação do mundo, redimidos, salvos, sendo nós não mais seus servos, mas amigos e filhos de Deus, um só povo, o povo de Deus. A vida que Deus nos deu é preciosa demais para que a entreguemos à homens manipuladores, falsos, mentirosos e do mal. Nosso valor, nossa felicidade, nossa paz, nosso shalom, está em Deus, em sermos somente dEle. Valorizemos nossas vidas e nos prostemos somente aos pés do Senhor Jesus Cristo de Nazaré, Yehoshua e ao Grande Eu Sou, Deus Pai.

"Não se opor ao erro é aprová-lo, não defender a verdade é negá-la." (Thomás D'Aquino-Filósofo).

Fiquemos todos na paz, que excede todo o entendimento, 
do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré, Yehosha.


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

O fariseu e o publicano


Queridos leitores este trecho bíblico me alegra muito, pois o conheço desde muito pequeno. É uma grande responsabilidade escrever este artigo. Trata-se de uma parábola impactante de Jesus Cristo.
"Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano. O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo. O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador! Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado." (Lucas 18:10-14)
O versículo anterior, nove, explica qual era o objetivo desta parábola:
"E disse também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros:" (Lucas 18:9)
A polêmica já acontece no início da parábola. Os publicanos eram coletores de impostos e considerados grandes pecadores. Os fariseus não gostavam deles. Consideremos o que dizem as escrituras, que aquele que crê em Jesus Cristo será salvo, conforme Marcos 16:16, João 3:18. Vou contar-lhes algo que me aconteceu, que tem muito a ver com o que conta nesta parábola:

Há um tempo atrás, eu e um amigo, discutiamos o assunto da salvação, se acontecia automaticamente à todo o que cresse em Jesus Cristo, ou necessitaria de boas obras. A velha contenda, já resolvida, da fé e/ou das obras. Sabemos que é a fé, mas acompanhado das obras, já que as obras são feitas porque se é salvo. No entanto este não era o cerne da discusão. Não era de colocar em dúvida a salvação daqueles que cressem em Jesus Cristo, pela fé, mas na continuidade da prática dos pecados por aqueles que são considerados salvos. Este meu amigo era convertido há tempos, devidamente batizado, mas estava em grave e aparente pecado, prejudicando severamente a vida de outra pessoa. Precisava aceitar aconselhamento, no entanto, dizia-se salvo, que tropeçava pedia perdão e continuava a caminhada, não aceitava a disciplina de ninguém e não mudava de posicionamento. Quando tentávamos lhe explicar alguma coisa sobre a continuidade do pecado, ele simplesmente declarava: Quer dizer que perco a salvação se pecar? Quer dizer que somente crer em Jesus Cristo e ser batizado não me garante salvação e assim preciso fazer algo mais?  Preciso de boas obras? Uma vez salvo, não serei salvo para sempre?

O que este meu amigo não percebia é que muitos cristão se acham separados, se acham especiais, se acham melhores e mais justos do que os demais, se "acham" e se "acham". Agem semelhantemente ao fariseu acima. Menosprezam as outras pessoas. Os Tratam como seres inferiores. Por trás das cortinas pecam como qualquer outro ou até mais. Não aceitam ser admoestados e continuam no mesmo pecado. Pensam que se pecarem, pedirem perdão, mas continuarem praticando o mesmo pecado, não haverá nenhuma consequência. Não entendem que o pecado praticado continuadamente torna-se iniquidade. O pecado é iniquidade e morte. Veja o que disse o apóstolo Paulo em 1Co 3:13:
"A obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um." (1 Coríntios 3:13)
Jesus nos disse claramente que aquele que diz que o conhece, mas não segue seus mandamentos não o conhece. Seriam estas pessoas verdadeiramente convertidas? Não seriam estes, aqueles que o Senhor Jesus disse para que se afastasse dele?
"Aquele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade." (1 João 2:4)
"E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade." (Mateus 7:23 )
A palavra de Deus é tão clara que dispensaria maiores comentários. Quem é genuinamente nascido pelo espírito tem o hábito de ser obediente. Veja que este último trecho bíblico fala da iniquidade, ou seja a continuidade da prática do pecado, mesmo sabendo-se que é pecado e que afronta a Deus. A salvação não se perde, por causa da própria palavra de Deus que garante isto, mas o julgamento de todas as coisas cabe somente à Deus. Como disse um outro amigo meu, só adivinhamos quem é salvo, pelo seu andar. Só podemos adivinhar e não afirmar. Temos que considerar também o que Paulo escreveu em Romanos 8:28:
"E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito."  (Romanos 8:28)
Ora, está escrito "todas as coisas"; a vida, a morte, a virtude, o bem, o mal ou qualquer outra coisa. Todas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus e que o honram com sua fé, dizendo-o com isto, verdadeiro, justo, santo, merecedor de toda a honra, toda a glória, todo o louvor e toda a adoração. Isso agrada a Deus porque demonstra verdadeira fé, necessária para aqueles que, verdadeiramente, crêem em Jesus Cristo de Nazaré. É só através de Jesus Cristo que o pecado foi e ainda é destruído em nós. Tendo Jesus Cristo em nós, Ele assume todos os nossos pecados, como se dEle fossem, e os destrói como somente Ele pode fazer. Ele já dez isto naquela cruz no Gólgota.

A palavra de Deus se sustém. Ela é, porque diz que é. Quando a palavra diz que aqueles que crerem em Jesus são salvos, ela diz o que é verdadeiro. Para ter certeza de que somos salvos devemos ser verdadeiramente de Jesus Cristo. Não podemos nos fazer superiores aos outros, arrogantes, os principais, ou pensar que podemos viver dissolutamente e pecar mais ainda do que alguém que não conheça à Jesus Cristo e achar que está tudo bem. Aquele que desobedece a Jesus Cristo e faz o mal, não possui as características de quem recebeu o Espírito de Deus. Andamos reto porque somos salvos. Antes de qualquer julgamento de Deus as coisas começam a colapsar na vida daquele que insiste em pecar, pela simples razão da semeadura. Colhemos o que plantamos. Algumas pessoas falam em expectação, que é o que a pessoa salva sofre quando permanece no pecado. Se vê diante de um dilema angustiante, de estar cometendo o mal. Será que aquele que crê em Jesus, mas permanece no pecado tem em si o Santo Espírito de Deus como outro justo que busca não pecar, o teria? Só Deus sabe, pois é somente Ele que conhece o coração dos homens, e como é enganoso o coração dos homens, como afirmam as escrituras. Entende-se que o pecado não terá domínio sobre os salvos. O apóstolo Paulo escreveu sobre isto em Romanos, capítulo seis:
"Que diremos pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele? Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte? De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida. Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição; Sabendo isto, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado. Porque aquele que está morto está justificado do pecado. Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos; Sabendo que, tendo sido Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte não mais tem domínio sobre ele. Pois, quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus. Assim também vós considerai-vos certamente mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor. Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências; Nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça. Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça. Pois que? Pecaremos porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum. Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça? Mas graças a Deus que, tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues. E, libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça. Falo como homem, pela fraqueza da vossa carne; pois que, assim como apresentastes os vossos membros para servirem à imundícia, e à maldade para maldade, assim apresentai agora os vossos membros para servirem à justiça para santificação. Porque, quando éreis servos do pecado, estáveis livres da justiça. E que fruto tínheis então das coisas de que agora vos envergonhais? Porque o fim delas é a morte. Mas agora, libertados do pecado, e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna. Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor."
"Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro. Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça, do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado; Deste modo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao espojadouro de lama." (2Pe 2:20-22).
Isto é o que acontece com aqueles que conheceram Jesus Cristo e se apartaram dEle. Se apostataram da fé Cristã, mantendo ainda muitas vezes a aparência e o status de Cristão, mas sem o viver cristão. Não tem mais fé no Senhor Jesus Cristo. Não o honram mais, dizendo-O mentiroso e indigno de nossa fé e confiança. Se assim é, não O tem mais consigo. Quem destruirá o pecado? o próprio pecador? Impossível!

Para finalizar, o apóstolo Paulo, na carta aos romanos, capítulo um, deixou bem claro que aquele que abandona a Deus, Deus também o abandona, deixando o pecado cumprir seu curso inevitável.

Como o publicano disse, dizemos também semelhantemente: Senhor tenha misericórdia de nós, pois nada somos. Precisamos desesperadamente de Ti.

Fiquemos todos na paz, que execede todo o entendimento, 
do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré, Yehoshua.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Paradoxos

Queridos leitores,

Vivemos um momento da história brasileira muito interessante. Constatamos verdadeiros paradoxos: 
  • alimentos que não alimentam, pelo contrário não dão vida, matam; 
  • igrejas de Jesus Cristo que não são igrejas de Jesus Cristo, mas sim sinagogas do diabo; 
  • Jesus Cristo, o cabeça da Igreja cristã, não pagou e nem recebeu dízimos, mas pagou impostos; as supostas igrejas de Jesus exigem dízimo e não pagam impostos;
  • dízimo que não é dízimo porque já prescreveu na cruz;
  • dinheiro que não é dinheiro, porque não tem valor nenhum, pois não possui lastro, é emitido em dívida;
  • governo que está no poder, mesmo não sendo nada, porque não representa o povo; 
  • voto que não é voto porque as urnas foram fraudadas, jogaram nosso voto no lixo;
  • mentira que de tanto falada, vira verdade, inclusive para aqueles que mentem, pois acreditam na sua própria mentira; 
  • povo que vai às ruas, mas não consegue expulsar um governo que não o representa;
  • STF que decide que a Câmara dos deputados, que representa o povo,  nada resolve e dita novos ritos;
  • empresa de petróleo, uma das maiores do mundo, milionária, que é pobre, pois nada mais vale porque foi roubada até quase seu último centavo; 
  • Ladrão que não é ladrão porque não há julgamento, mas impunidade. Valem-se da suposta democracia, de seus "direitos civis", usando para isto todos artifícios legais, mas moralmente ilegais, para escaparem da justiça, da justa condenação;
  • Médicos que não são médicos, são escravos, pois foram "importados" de Cuba. Com seus salários pagos diretamente aquele país, que retém quase todo o valor, financiam o socialismo e a ditadura;
  • honestos que são considerados trouxas. Espertos, malandros e corruptos, considerados inteligentes, pessoas idôneas, aptos a liderar, por aqueles que não tiveram instrução adequada para escolher seus representantes acertadamente; 
  • bandidos que não são bandidos porque governam o país, formaram quadrilha com quase a totalidade daqueles que deveriam representar o povo; 
  • patriotas e supostos representantes do povo, que não são patriotas porque trairam e venderam o seu país, patrocinaram países ditatoriais com dinheiro público, através de corrupção e mentiras; 
  • Banco de desenvolvimento que não é banco de desenvolvimento do país, pois não fomenta o crescimento das empresas nacionais, impõe dificuldades aos brasileiros comuns para conseguir financiamentos para seus negócios, pois empresta dinheiro a juros abaixo do mercado, aos "amigos" do governo, inclusive patrocinando ditaduras e corrupção, deixando a conta para o povo pagar; 
  • democracia, que não é democracia, mas sim um socialismo disfarçado e por fim,
  • guerilheira e assaltante de bancos que não é guerrilheira  e nem assaltante, porque mesmo sem arrependimento, é a presidente do país; 

Vivemos um tempo de grandes paradoxos no Brasil. Quem tem ainda a cara de pau de dizer que somos a nação do futuro? Pátria educadora e tantas outras besteiras propagandeadas pelos governos, que vão e que vem, mas que são sempre os mesmos, atendendo interesses pessoais e estrangeiros, que nunca representaram verdadeiramente o povo, que depois da escravidão, como gado vai mudo, rumo ao matadouro. Que Deus nos ajude!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

O medo, o obscurantismo e a mentira


Há muito tempo as igrejas que se dizem de Jesus Cristo nada mais são do que empresas que exploram a fé das pessoas. Trabalham nestas empresas profissionais da fé. Lideres religiosos fazem seus discursos elaborados, lindos e emocionantes, quando, na verdade, meia dúzia de palavras bastariam para dar conta do recado. Para eles o emocional das pessoas deve ser atingido. Estratégia de oratória? Claro que sim. 

Contratam administradores formados em faculdades seculares ou estagiários, visando reduzir custos de funcionários C.L.T., para gerir os recursos obtidos dos "fiéis", para administrar o "negócio". Talvez, nestes casos, não seja pré-requesito ser cristão, pois até pode que essa pessoa se converta e mais um estará salvo, mas salvo do que? (Mateus 23:15) Estas empresas justificam suas atividades e "seus" templos declarando que fazem obras sociais, ajudam famílias, patrocinam missões, etc, como se os fins justificassem os meios, mas pior do que isso é que acreditam nas suas próprias mentiras. São "empresas", inscritas no CNPJ, isentas de IR (imposto de renda), IPTU, IPVA e com os estagiários ficam também isentas dos direitos trabalhistas do funcionário que seria CLT. A justificativa poderá ser de que devem administrar bem os recursos financeiros oriundos de doações, certamente. A pergunta que vem a mente é: não seriam os impostos, se cobrados e pagos, revertidos para o bem da comunidade? Isto não estaria dentro do que foi ensinado por Jesus que pagou impostos? porque será que o governo, sedento por impostos, não cobra impostos das igrejas (templos)? Estará o governo impossibilitado disto porque trata-se de doação? Convido-lhe a refletir sobre isto.

Será que Jesus mentiu quando disse que reino dividido não prospera (Marcos 3:24)? Assim como, verdadeiramente, os apóstolos e profetas são o alicerce da verdadeira igreja de Jesus Cristo de Nazaré, Filho de Deus (Efésios 2:20), estas outras igrejas, supostamente de Jesus, tem na sua base o seu principal erro, a divisão. Será mesmo que acreditam que a árvore má pode dar bons frutos? Mentem e manipulam as "ovelhas" para que fiquem debaixo do seu domínio e do seu pesado jugo, assim como faziam os fariseus e mestres da lei no tempo de Jesus. Exigem os seus falsos dízimos ameaçando as pessoas com maldições e interpretações tendenciosas da palavra do Senhor. Isso me faz lembrar de uma frase que me impactou muito quando a li pela primeira vez: "O medo é a fé do diabo, o obscurantismo o seu catecismo e a mentira a sua cruz". Que tremendo! Isto é familiar pois acontece muito nas igrejas que se dizem de Jesus Cristo. Geram medo nas pessoas, ameaças de maldição, coerção, promovem a obscuridade onde lhes interessa e a mentira corre livremente. Não entendo como pode ser, que aqueles que pregam o amor ao próximo, mentem para seus semelhantes, promovendo o medo através de falsas ameaças usando para isto, falsamente, a própria palavra do Senhor, assim como o diabo a usou para distorcer a verdade e tentar o Senhor Jesus Cristo no deserto. É incompreensível onde os líderes destas "igrejas de Jesus" querem chegar. Certamente nem eles mesmos sabem ou estão muito enganados ou comprometidos. Querem crescer, aumentar seus templos, criar novas estruturas, salas confortáveis climatizadas, estacionamentos, clubes para os membros, viagens, sessões coletivas de cinemas e tudo o que o mundo oferece. Muitos destes líderes, vergonhosamente, sucumbiram a ganância e até participam de redes de marketing, ou seja, redes piramidais. Mentem deslavadamente. Dizem que esta é a prosperidade e bençãos que o Senhor dá, dentro de seus templos. Que são os separados de Deus e herdeiros das bençãos. Isto nos lembra de Mateus 4:9. Esquecem que o Senhor Jesus disse que quem o seguisse, como ele, não teria onde recostar a cabeça (Mateus 8:20) e que não vestissem uma segunda túnica, o que nos fala de uma identificação com as pessoas simples e comuns. Jesus ainda disse que aquele que diz que o conhece e não segue seus mandamentos, não o conhece (1João 2:4). Esqueceram disto também? estão com a memória um tanto fraca. Por causa do dízimo, também "esquecem" de avisar seus "fiéis" que Deus não habita em templos construídos por mãos humanas e nem é servido por elas, conforme nos dizem as escrituras, que eles supostamente pregam, conforme está expresso em  2Crônicas 6:18, Atos 17:24,25 e 1Coríntios 3:16 entre outros textos. Que coisa não é mesmo? Muitos pensam que só frequentando os templos é que poderão falar e se encontrar com Deus. As mentes aparentemente fracas destes líderes os fizeram esquecer de deixar claro aos seus membros o que Jesus disse à samaritana junto ao poço de Jacó, na Samaria, sobre a verdadeira adoração e os verdadeiros adoradores que Deus busca (João 4:21-24).
Certamente estamos vivendo os últimos tempos. A manipulação que as pessoas sofrem atingiu um ponto que é praticamente impossível viver sem a estar sofrendo. Precisamos de Deus cada vez mais para que possamos suportar estes dias ruins, disfarçados de bons, através da sua falsa paz, segurança e prosperidade. Enquanto há luz, há tempo para o arrependimento e mudança de atitudes, mas o tempo se esgota rapidamente.
A nossa oração é simples: Senhor ajude-nos e tenha misericódia de nós, para que perseveremos na verdadeira fé.

Fiquemos todos na paz, que execede todo o entendimento,
do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Ver ou não ver, eis a questão?

Queridos leitores,

Ao vivermos nossa vida cristã, sabemos das coisas que não podemos fazer, no entanto muitas vezes somos vencidos pelo cansaço, pela perseverança do inimigo em nos destruir. Pude ver isto recentemente no que diz respeito aos falsos entretenimentos. Sabia que não poderia assistir um entretenimento falso na TV, que incute coisas erradas na mente das pessoas. Não queria assisti-lo devido a isto. Alguém da nossa casa, mesmo sabendo que não era bom, nos últimos tempos, estava ssistindo. Seria esta uma das liberdades em Cristo, assistir sem se contaminar? Claro que não, porque contamina. As coisas que agradam a Deus são muito boas e o resultado de assistir estes falsos entretenimentos não é nada bom.

Quando não somos perseverantes e deixamos de vigiar, falhamos e o inimigo se infiltra nos nossos "muros".

Quando vejo o que não pode ser visto, meus olhos ficam blindados, cegos, para ver outras coisas maravilhosas que me seriam bençãos e que não serão vistas até que eu me arrependa e mude de posicionamento. 

Quando faço algo errado, também  deixo de receber bênção de Deus que estavam muito próximas de mim. É algo como o colher o que se planta, a lei da semeadura. O resultado do erro não é bom e muitas vezes o preço é caro demais e demora muito para nos recuperarmos. O mal sempre nos cobra preços altos demais pelos nossos erros. Como tentou fazer com Jesus Cristo, mas sem sucesso, o mal nos oferece o mundo, mas depois, se aceitarmos, nos dá o maior tombo. Acontece assim com a teologia da prosperidade que muitos falsos pastores pregam. 

É necessário vigiar, perseverar e não nos deixar enganar pelo inimigo que quer a nossa destruição. Isto ele consegue "comendo pelas beiradas", devagarinho, perseverante, incutindo nas nossas mentes que o erro que estamos cometendo não faz mal à ninguém, que é normal, comum, que todos fazem, até que estejamos imersos e gostando de realizá-lo, sentindo que temos o direito de ter aquele prazer, momento ou coisa para si próprio. Esta é uma das maneiras de como somos enganados, de como erramos e o alto preço que pagamos. 

Pior é, quando as pessoas não percebem isto.

Vigiemos e oremos.

Fiquemos todos na Paz, que excede todo o entendimento,
do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré (Yehoshua).

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

O preço que se paga

Queridos leitores.

Há algum tempo atrás meu filho sugeriu um filme chamado "O preço do amanhã", de novembro de 2011, com o nome original de "In time", com Amanda Seyfried (Sylvia) e Justin Timberlake (Will Salas) entre outros. Assistimos juntos naquele tempo. Assisti como um cinéfilo de ficção científica, mas não percebi o olhar crítico do filme, que era muito aparente. Somente percebi na segunda assistência ao filme, nesta semana e que tem muito a ver com tudo o que sempre escrevi neste Blog. Numa auto-análise, sempre me coloquei em cheque devido ao fato de gostar de assistir filmes, naqueles momentos de descontração e descanso. Não cheguei a uma conclusão final sobre isto Te convido a ler o artigo "Adultos ou crianças?" e outro mais atual chamado "Ver ou não ver, eis a questão" que tem um foco um pouco diferente, que ainda não postei, mas que postarei a seguir.

As constatações que aqui apresento são reflexões originárias de muito do que assisti no cinema em filmes e documentários, que retratam a realidade de um mundo  dominador, mentiroso, escravagista e disfarçado, aparentando prover liberdade à massa humana.

A sinopse do filme é esta, do site "Adoro cinema":

"Em um futuro próximo, o envelhecimento passou a ser controlado para evitar a superpopulação, tornando o tempo a principal moeda de troca para sobreviver e também obter luxos. Assim, os ricos vivem mais que os pobres, que precisam negociar sua existência, normalmente limitada aos 25 anos de vida. Quando Will Salas (Justin Timberlake) recebe uma misteriosa doação, passa a ser perseguido pelos guardiões do tempo por um crime que não cometeu, mas ele sequestra Sylvia (Amanda Seyfried), filha de um magnata, e do novo relacionamento entre vítima e algoz surge uma poderosa arma com o sistema e organização que comanda o futuro das pessoas."

Obviamente numa observação mais profunda podemos ver os problemas atuais da nossa sociedade ali expostos não limitando-se ao que diz a sinopse sobre o controle da superpopulação. Vi muito mais do que isto e cheguei a uma conclusão que descortinarei até o final.

Nos meus artigos anteriores expus meu entendimento de que tudo o que consumimos e pagamos com nosso dinheiro não se trata simplesmente de dinheiro. Trata-se de tempo de vida. Quando liguei o que havia entendido anteriormente com o que acontece no filme, fiquei deveras surpreso. Certamente você também ficará. Este entendimento não é coisa nova. Gostei de quando vi a cena, que se repete algumas vezes, onde o protagonista faz uma ligação telefônica e paga com um minuto de sua vida e, noutra cena, quando eles, que independentemente de seus esforços (não quero contar o filme), constataram o aumento do custo de vida, temeram que talvez tudo fosse em vão. O povo começa a receber mais créditos, ou seja, mais tempo de vida, mas em compensação tudo aumenta de preço. Tudo manipulado. Fiquei feliz pela analogia e pela constatação. Trata-se da mesma situação que vivemos todos os dias, aqui no "mundo real".

Isso nos traz uma atual e triste constatação: todas as crises econômicas, aparentemente, são criadas propositalmente pelos homens que estão no poder em conluio com aqueles que dominam as maiores fortunas do mundo. Parece que de tempos em tempos crises são criadas para que aqueles que tem o domínio do dinheiro (e do povo) ganhem ainda mais. Você não crê? Parece teoria de conspiração? Penso que não.

Mais aparente é quando compro uma casa, um carro ou as coisas tecnológicas que tanto gostamos, estamos não somente gastando dinheiro, mas o tempo das nossas vidas destinados a obter tais coisas. Parcelamos em diversas vezes para que possamos obtê-las. Sacrificamos nosso tempo, separados das preciosas vidas dos nossos familiares, para trabalhar cada vez mais, para obter tais coisas. O sistema nos convence de que precisamos destes "bens", pois todos os querem e todos os compram porque é normal e tornam-se sonhos de consumo. Vergonhosamente acontecem até paradoxos onde alimentos (industrializados ou envenenados por agrotóxicos), que nos fazem crer que precisamos, nos matam ao invés de nos alimentar. Num primeiro momento alimenta, mas com o tempo mata. Coisa típica das soluções do homem. Muitas vezes passamos boa parte das nossas vidas desejando estas coisas, outra parte para conquistá-las e o restante do nosso tempo de vida trabalhamos para quitá-las. Muitos morrem sonhando sem conseguí-las e outros morrem antes de pagá-las, deixando seus sonhos e seus "compromissos" para outros sonharem ou pagarem. Não será isto uma escravidão? Afinal, a indústria precisa vender, empregos precisam ser gerados, o governo precisa existir e nós precisamos ser escravos para que tudo funcione. Que coisa terrível.

Enquanto isto aqueles que são os "donos do dinheiro" vivem num mundo abastado e "apartado" das demais pessoas. Para eles as coisas são pagas à vista. Não gastam seu tempo de vida trabalhando para obter coisas. Para eles é só querer e torna-se fato. Os recursos da terra parecem ser só seus. Gastam seu tempo de vida criando estratégias para fazer o sistema capitalista (não defendo sistema algum) trabalhar para eles, para que possam usufruir do seu tempo de vida com suas famílias, caso consigam. No entanto há outros fatores que eles não entendem devido a sua pobreza espiritual, coisa que para eles é coisa de pobre e ignorante. Estas pessoas tem por certo que a religião (e fora deste contexto futebol, carnaval, tv e suas novelas, etc) foi algo criado para a manipulação da massa humana, principalmente para os pobres. Tudo para que se mantenham no topo da cadeia do domínio (ou seria cadeia alimentar, eles predadores e nós as presas). Muitos trabalhando muito, destinando seu tempo de vida, para que poucos possam estar lá em cima (tipo marketing de rede). Ironico não é mesmo? O interessante destes homens estrategistas é que uns alavancam outros, não por querer o bem ao próximo (será que eles sabem o que é isso?), mas para que o sistema se sustente e que eles possam ser cada vez mais beneficiados nestas alavancagens, colocando estes parceiros selecionados em posição estratégica e de destaque para a sustentação dos próprios alavancadores e do sistema. Ultimamente constatamos isto muito bem, na política; o aparelhamento do Estado pelo partido do governo com o objetivo de se manter no poder para enriquecer ilicitamente através de meios inimagináveis para a quase totalidade do povo. Discurso difícil de ouvir, não é mesmo? Pelo visto subvalorizamos, subestimamos nosso tempo de vida, pois o entregamos por qualquer coisa sem valor. Em tempo: o que podemos pensar de pessoas que morrem ou se deixam matar nas portas de hospitais por falta de atendimento, quando somos o país com a maior tributação do mundo? Difícil né? Ovelhas mudas no matadouro?

Friso, destaco, grifo e repito; tudo o que compramos e consumimos não se trata de gastar dinheiro, mas sim nosso tempo de vida para adquiri-los. Invariavelmente somos irresponsáveis neste aspecto. Pagamos um preço alto demais por coisas que nada ou pouco valem. Muitas vezes somente pela suposta facilidade que o produto nos oferece. Coisas que não precisamos, mas que fazemos porque todo mundo faz ou compramos porque todos compram. A sociedade e o sistema ditam nossas necessidades, sonhos de consumo, sem nos informar o preço real que pagaremos, a saber, nosso tempo precioso de vida. Neste momento lembro-me de duas músicas dos Engenheiros do Hawaii, "3a. do plural" e "O preço". Não deixe de ouvir e atentar para a letra. A visão da sociedade dos Engenheiros do Hawaii sempre foi muito crítica, pontual e atual em muitas das suas músicas. E pare com esse negócio de que não é música gospel. Tem música gospel por aí que é mais comercial do que muitas musicas seculares verdadeiramente inofensivas.

Conclusão:

Quando Deus criou o mundo, não fez o homem para o trabalho duro. Deus queria o homem junto dEle, como sua companhia. Deus visitava o homem todo dia ao entardecer, antes da queda. Deus o criou e deu toda a autoridade para ele dar nome aos animais e cuidar da terra. Mas veio o diabo na forma da serpente, enganou Eva e consequentemente Adão, pois eram considerados um só diante do Criador, e então depois disto foi dito por Deus: "...maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida. ..." (Gn 3:17) "No suor do teu rosto comerás o teu pão..." (Gn 3:19).

Um dia expliquei isso, pelo Whatsapp, para uma sobrinha e ela imediatamente esbravejou: "Maldito diabo!" :)

O homem entrou então num ativismo do mundo, trabalhando cada vez mais para obter coisas, na maioria das vezes desnecessárias para a sua sobrevivência. Gasta no que não é pão, metafóricamente falando e parafraseando um lindo trecho bíblico (Isaias 55:2). Pegue a bíblia e veja que maravilha de escrito.

Diante do que foi acima escrito e de outras reflexões que você poderá desenvolver sobre este assunto, além do que será escrito no artigo que cito abaixo de grande importância, é certo que só Jesus Cristo de Nazaré para nos livrar desta escravidão. O homem por si só jamais conseguirá livrar-se das amarras do mal, da mentira, da dominação, da traição e da escravidão imposta pelo mundo. Por isso quem é de Jesus sabe que não pertence mais a este mundo, porque não faz mais sentido. As verdades são reveladas e o domínio do mundo sobre nossas vidas vai se extinguindo. Veja o artigo anterior a este, Livres em Jesus Cristo de Nazaré. O verdadeiro governo será o de Jesus Cristo de Nazaré, quando da sua volta. Jesus Cristo de Nazaré, Yehoshua, é o único que pode nos livrar de toda a escravidão, nos dando uma vida plena e abundante, nos fazendo vislumbrar um mundo que os olhos do homem natural não conseguem ver.

Ou será que sou simplesmente o que os "tops da cadeia" podem pensar que sou: Uma pessoa manipulada pela "religião" (rótulo para as coisas de Deus que eu não aceito) para que eu não me oponha ao seu domínio e escravidão imposta? Claro que não, ao contrário, senão não estaria escrevendo isto.

Nos próximos artigos escreverei sobre como podem acontecer "Lulas" e "Dilmas", quando toda a população os rejeita depois de constatarem que foram enganados e traídos.

Fiquemos todos na Paz, que excede todo o entendimento,
do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré (Yehoshua).

sábado, 9 de janeiro de 2016

Livres em Jesus Cristo de Nazaré

Queridos leitores,

Muitos acham que a liberdade que Jesus Cristo nos deu trata-se somente de nos livrar dos vícios e de todo o mal. Isso procede, mas na verdade dizemos que se o Filho nos libertou somos verdadeiramente livres. Somos livres num sentido mais amplo.

O que Jesus obteve com sua vitória na cruz sobre Satanás é muitíssimo mais. Não me adentro nisto devido ser assunto alongado, mas pergunto: Nos tiraria Jesus de um jugo de escravidão e opressão para nos impor outro? Obviamente que não. Me refiro a escravidão do mundo, do mal, do domínio dos homens, da religiosidade, de estar debaixo de maldição e etc.

Se entendemos que nada podemos fazer para merecer a salvação de Jesus  (porque é gratuita e para todos), porque nossa semente é pecadora e se dizemos que não temos pecado a verdade não está em nós, parafraseando 1 Jo 1:8, será que deixando de comer certos alimentos, ouvir somente musicas gospel (algumas mais comerciais do que muitas musicas seculares), de tentar cumprir a Lei Mosaica, como guardar o sábado por exemplo, isso vai agradar à Deus de tal maneira que nos coloque num patamar de destaque diante de dEle, mesmo sabendo que a Graça e as benesses de Deus são de graça, para todos e que Ele não faz acepção de pessoas?

Será que Jesus Cristo nos deixou de legado uma pseudo-liberdade, onde temos que fazer "quilos" de coisas para estarmos justificados e santos diante dEle, para merecermos estar na sua presença e para que Ele ouça nossas orações? Não tem sentido, não é mesmo?

Quando Jesus expirou na cruz e o véu do santuário se rasgou de alto a baixo em dois (Mateus 27:50-51), as barreiras foram rompidas e todos passaram a ter acesso à Deus e não mais somente os sacerdotes. O preço dos nossos pecados havia sido pago com o sangue do próprio Deus. Se você recebeu e creu em Jesus Cristo, você é tão ou mais sacerdote do que o pastor da sua congregação, caso frequente, independente de ordenação humana. Trata-se de ler as escrituras, entendê-la pelo Espírito de Deus e proclamá-la onde Deus lhe disser. Pode ser para o seu vizinho e isso será tão importante quanto ir pregar na áfrica, por exemplo. Jesus Cristo deu autoridade aos seus (Mateus 28:18:20). Através dos seus discipulos, Jesus pode realizar sinais e prodígios, mesmo nos dias atuais. Tudo para honra e glória dEle, tudo de graça, para todos os que O receberem. (Mateus 10:8)

Veja esta maravilha de versículo na forma de uma metáfora:
"Ó vós, todos os que tendes sede, vinde às águas, e os que não tendes dinheiro, vinde, comprai, e comei; sim, vinde, comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite." (Isaías 55:1)
Se crer em Jesus Cristo de Nazaré (Yehoshua) é: ter a vida eterna; é ter uma vida plena e abundante; é ser filho de Deus; é ser descendente de Abraão, na fé; é ser herdeiros de Deus e co-herdeiro de Cristo Jesus. Sendo nós então, seus filhos, como poderemos não entender e não se apropriar da liberdade que Ele nos deu e permanecer debaixo de um jugo de escravidão imposto pelo homem/mundo?

Olhe o que disse o mestre Jesus, Deus que desceu dos céus:
"Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve." (Mateus 11:30)
Devemos rejeitar firmemente a manipulação do mundo e dos homens que querem nos impor uma condição de escravidão impetrando decretos baseados em religiosidades e de sistemas mundanos criados por eles próprios, baseados em seus interesses visando o domínio da vida dos seus semelhantes. Homens que julgam e condenam seus semelhantes, mas quando a coisa acontece em suas famílias a regra para eles não se aplica. Hipócritas. Escravidão para os outros e a suposta liberdade para si e para os seus.

Que liberdade é esta? Usando o próprio nome de Deus, os homens dominam seus semelhantes e os fazem cumprir ordenanças que Jesus Cristo não ordenou. Tratam-se de dogmas, regras, doutrinas, normas, ordenanças, entendimentos carnais errôneos e enganatórios, do mal para desviar as pessoas do simples e verdadeiro caminho do ensino de Jesus Cristo, que é espiritual. Veja João 14:6 que diz que Jesus é o Caminho a Verdade e a Vida e que ninguém chega ao Pai senão por Ele.
"Mestre, qual é o grande mandamento na lei? E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas." (Mateus 22:36-40) (grifo meu)
Viram como é possível! Mas como viver isto? Assim:
"E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos. E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum." (Atos 2:42-44)
Podemos ver que ser cristão é um estilo de vida, é seguir e ser discipulo de Jesus Cristo de Nazaré.
"Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros." (João 13:35)
Quanto a dominação dos homens como o comer e o beber, dias de festas e todas as normas criadas pelos homens para domínio dos outros, veja o que diz o apóstolo Paulo na sua carta aos Colossenses, embora direcionado ao que acontecia naquele momento, mas que serve perfeitamente para os dias atuais:
"Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo. Ninguém vos domine a seu bel-prazer com pretexto de humildade e culto dos anjos, envolvendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão," (Colossenses 2:16-18).
Certamente conhecemos tantas pessoas que ditam regras para os outros seguirem, mas eles mesmos não as cumprem, como faziam os fariseus, pois muitas destas regras satisfazem seus interesses, principalmente os econômicos. Nada mudou.

Quem é verdadeiramente de Jesus Cristo de Nazaré sabe muito bem o que pode e o que não pode fazer, pois o Espírito de Deus está com ele e lhe fala todas as coisas.

Quem é de Jesus Cristo de Nazaré passou da escravidão para a verdadeira liberdade, para a vida plena e abundante, tem discernimento das coisas e não se confunde. Aceita que a vontade de Deus é o melhor para si, embora muitas vezes não a entenda (O apóstolo Pedro passou por isso). Vive a alegria de amar o Senhor Deus em primeiro lugar, fazendo tudo porque O ama e não por causa de regras inventadas por homens, que só o afastam do Criador Supremo. Deus quer somente o nosso coração e nada mais, pois se nosso coração for dEle faremos tudo certo e tudo dará mais certo do que imaginamos.

Se somos de Jesus Cristo teremos o coração voltado para Deus. Poderemos ter nosso coração segundo o coração de Deus e seremos amorosos, bons, generosos, simples, humildes de coração, puros, valentes, intrépidos, animados, cheios do fruto do Espírito, a saber, amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e domínio próprio.

Ser segundo o coração de Deus é ser: corajoso(a)/valente, animoso(a), animado(a)/otimista, homem(mulher) de batalha, dependente de Deus, que assume seus atos, prudente, conhecedor(a) dos seus limites, é ter a marca da aliança com Deus que é o sangue de Jesus Cristo derramado naquela cruz por todos nós.

Assim seremos livres para fazer o bem porque somos salvos e não o contrário. Não cumpriremos rituais e cerimoniais porque já fomos justificados. Seremos justos diante de Deus. A ressurreição de Jesus Cristo é a prova disto. Não pecamos mais porque já fomos santificados. Se tropeçarmos e houver reconhecimento, arrependimento e mudança de atitudes, Deus é fiel e justo para nos perdoar (1 João 1:9).

Somos livres para nos reunir nas nossas casas, independentemente de estarmos membrados em alguma denominação, com os irmãos em Cristo para ler a palavra de Deus em oração e para o partir do pão, pois somos sacerdotes de Cristo Jesus, dirigidos pelo Espírito Santo de Deus, longe do domínio dos homens e dos seus interesses e compromissos que nos tornam ativistas religiosos nos fazendo perder precioso tempo.

Muitos templos supostamente do Senhor, são lugares ritualísticos, cheios de programações inúteis que mais parecem clube sociais, com suas confortáveis poltronas logotipadas, condicionador de ar, cheios de recursos tecnológicos e som de última geração, repletos de lazer e agendamentos que visam ocupar e atrair as pessoas pelo que oferecem, principalmente prosperidade e não pelo buscar e proclamar à Deus e o Seu verdadeiro evangelho.

A bíblia declara claramente que Deus não habita em templos construídos por mãos humanas e nem é servido por elas, conforme declara o próprio Salomão em 2 Crônicas 6:18 e conforme consta em Atos 27:48 e 1 Coríntios 6:19. Jesus disse ainda, conforme Mateus 18:20:
"Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles." São palavras de Jesus Cristo de Nazaré, o próprio Yehoshua.
Como podem então, existir templos que dizem ser a morada de Deus, ou que é somente ali que Deus se manifesta, ou pensar que é somente nestes lugares que Deus ouve as nossas orações, ou que devemos marcar tempo certo para buscá-lo nestes lugares?

Saibam que o tempo certo com Deus são todos os dias. É ter Deus permanentemente nas nossas vidas, diariamente. É ter Deus presente no nosso estilo de vida. Orações à Deus não somente no culto da familia aos domingos, mas sim em todo o tempo. O mal tenta nos ocupar o dia inteiro para que não tenhamos esta comunhão diária com Deus e tenta nos enviar a supostos templos onde dizem que Deus habita, onde é pregada a prosperidade. Nada mais não do que sinagogas de Satanás, domínio do homem e do mal sobre o homem.

Tudo isso é escravidão, mas estamos falando de liberdade em Cristo Jesus, porque Ele mesmo cuida dos seus, os protege "debaixo das suas asas" e na "concha das suas mãos".

Para terminar, Jesus Disse:
"Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve." (Mateus 11:29,30) (grifo meu)
"O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; e, visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos." (Oséias 4:6) . Isso acontece hodiernamente.
"Portanto o meu povo será levado cativo, por falta de entendimento; e os seus nobres terão fome, e a sua multidão se secará de sede." (Isaías 5:13)
"Os lábios do justo apascentam a muitos, mas os tolos morrem por falta de entendimento." (Provérbios 10:21)
Para finalizar:
Não precisamos de amuletos, pé de coelho, trevo de quatro folhas, correntinhas, fitinhas coloridas, crucifixo, amuletos, medalhas, imagens, pirâmides, monolitos, estátuas, carancas, pedras diversas, tatuagens ou quaisquer coisas semelhantes. Não bebemos, não fumamos, não nos drogamos não porque Deus não quer ou não permite, mas porque SOMOS LIVRES. Nossa confiança não está depositada nestas coisas sem valor espiritual algum. Somos novas criaturas. Nossa marca é espiritual. Somos lavados pelo precioso sangue de Jesus Cristo vertido naquela cruz, por todos nós. Quando O recebemos nas nossas vidas, morremos com Ele naquela cruz, mas também ressuscitamos com Ele e nos tornamos novas criaturas, LIVRES. Nossa confiança está depositada nEle, na Brilhante Estrela da Manhã, o bom pastor, a porta.
"Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus." (João 3:3)
"Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer?" (João 3:4)
"Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus." (João 3:5)
 The end

Fiquemos todos na Paz, que excede todo o entendimento,
do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré, Yehoshua.