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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Para nossa Alegria!

Queridos leitores,

o que lhes escrevo hoje, tem muito a ver com os integrantes do "para nossa alegria". Depois do estrondoso sucesso do grupo no Youtube, hoje com aproximadamente 12 milhões e 500 mil acessos, vemos que eles nos trazem uma linda mensagem. Trata-se de pessoas evangélicas, que cantavam a canção gospel, galhos secos, mais conhecida pela gravação do Paulo Cesar Baruk. O que podemos ver naquelas pessoas é um paradoxo, pois são pessoas simples, sem recursos financeiros, que poderiam estar murmurando e reclamando, mas que esbanjavam alegria. Até o violão era "emprestado". A alegria e felicidade contagiante deles, a princípio inexplicável, não estava no dinheiro, não estava nas roupas boas e novas, não estava nas condições técnicas do vídeo, não estava na afinação e qualidade de suas vozes, não estava baseada em coisa alguma a não ser na alegria de Deus, na felicidade de estarem cheios de Deus. E isso nos remete a Paulo em Filipenses 4:11-13:
"Não digo isto por causa de necessidade, porque já aprendi a contentar-me com as circunstâncias em que me encontre. Sei passar falta, e sei também ter abundância; em toda maneira e em todas as coisas estou experimentado, tanto em ter fartura, como em passar fome; tanto em ter abundância, como em padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortalece."

É certo e fato, que se tivermos Deus nos nossos corações e em primeiro lugar nas nossas vidas, sentiremos a verdadeira alegria e felicidade. Alegria e felicidade que poderão originar-se principalmente nas coisas mais simples e em todas as circunstâncias. Simples como são as coisas de Deus, como também como foi Nosso Senhor Jesus Cristo.

Gostaria agora, que você lembrasse de algo muito citado nos livros de auto ajuda e muito falado entre todos nós: "a vida é composta de momentos de felicidade, não podemos ser felizes o tempo todo!". E dizem mais: "devemos aproveitar ao máximo esses momentos de felicidade, pois esses logo acabam!". Invariavelmente todos concordam com essas afirmações. Talvez você esteja dizendo agora: "é isso mesmo, é bem assim, lembro-me dos bons momentos que vivi, mas hoje...!". Digo à vocês; não existe nada mais falso do que isso. É uma mentira do mal para que não tomemos posse das bençãos que nosso Deus maravilhoso já nos deu. Deus não nos disse: "seja alegre e feliz somente até aqui, depois você será triste e infeliz". Jesus disse que enfrentaríamos tribulações, mas que não nos preocupássemos, pois Ele venceu o mundo, como escrito em João 16:33. O mal quer que fiquemos frustrados, tristes, estressados e deprimidos quando nos encontramos em situações adversas, "não felizes" ou quando não nos damos por conta de que somos felizes.  O mal quer nos destruir. No que diz respeito a afirmação de "aproveitar ao máximo os momentos de felicidade", podem ocorrer grandes e graves distorções. Se considerarmos, por exemplo um happy hour, que é um momento de descontração alegria e felicidade e se quisermos "aproveitar ao máximo", os abusos podem, facilmente, acontecer: as bebedices, a saída clandestina, a distorção. É isso que o mal quer: que aproveitemos aqeles momentos felizes ao máximo, inclusive a vida. Assim, não é dificil imaginar de onde vem os erros, os vícios, os pecados e a queda. Se estivermos com Deus verdadeiramente nos nossos corações, com muita fé, se estivermos em comunhão com Ele e na obediência da sua palavra, seremos felizes e alegres o tempo todo. É difícil? É impossivel? Afirmo que somos felizes sempre, porque Ele, nosso Pai Celestial, está conosco. Ele está à frente das nossas batalhas. Mesmo quando erramos por não ouvi-lO, por O desobedecermos, Ele nos perdoa, nos consola, nos refrigera. Como poderemos ficar tristes e infelizes se temos como nosso aliado, como nosso Pai que é ETERNO, nosso Deus YAWEH? Pensem comigo, como pode isso? O pai quer os filhos infelizes? A única explicação que encontramos é que nós nos apartamos dEle, como descrito acima. Desta forma, a causa os nossos problemas, aflições, tristezas, depressões, enfim doenças, somos nós mesmos, quando resolvemos as coisas do "nosso jeito", da "nossa maneira", de acordo com a nossa vontade, passando por cima de tudo e todos, confiando somente nas nossas forças e não nos propósitos de Deus para nossas vidas. Ledo engano. Não funciona. Assim haverá tristeza e infelicidade. Temos que confiar nos propósitos de Deus para as nossas vidas. Parar com as  lamentações e murmurações e tomar posse das bençãos, onde há alegria e felicidade sem fim. 

É necessário que transformemos o ambiente onde vivemos, pelo nosso viver reto, justo, alegre, feliz, em Deus, influenciando as outras pessoas positivamente.

Termino perguntando: O que você quer para sua vida? felicidade e alegria sem fim e vida em abundância, ou tristeza, decepções e o caminho para as doenças e para a morte? Nosso Deus amoroso está aqui conosco e já nos concedeu todas as Suas bençãos. Temos que ter muito claro em nossas mentes, que a obediência à Deus é ótimo para nós mesmos, para nossa edificação, felicidade e vida em abundância. Por isso as coisas de Deus são boas perfeitas e agradáveis, porque são para nós como o mel ou como as melhores delícias para o nosso gosto. Veja: 
"Se o ouvirem, e o servirem, acabarão seus dias em prosperidade, e os seus anos em delícias." (Jó 36:11).
Veja ainda: 
"Tomaram cidades fortificadas e uma terra fértil, e possuíram casas cheias de toda sorte de coisas boas, cisternas cavadas, vinhas e olivais, e árvores frutíferas em abundância; comeram, pois, fartaram-se e engordaram, e viveram em delícias, pela tua grande bondade". (Neemias 9:25)
Conclusivamente lhes digo que é necessário que adotemos um posicionamento diante de Deus, diante de Jesus Cristo. "Quem não é comigo é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha." (Mateus 12:30). Estejamos firmes na Rocha. Sejamos, alegres, felizes e positivos em todas as circunstâncias, n'Ele que é o nosso General de todas as batalhas e que jamais nos abandonará, nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré, nosso Deus, que nos ama.

Fiquemos todos na Paz, que excede todo o entendimento, do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Afinal, devemos ser fortes ou... fracos?

Queridos leitores,
muito se tem lido em livros de auto ajuda, que devemos ser fortes, independentes, seguros de nós mesmos, que a força habita em nós, que podemos tudo, que devemos buscar a todo o custo, o que nos faz felizes. Dizem que temos o direito de sermos felizes, enfim, vencer e vencer a qualquer custo. Será mesmo assim? Ou será que devemos relaxar, deixar as situações nos levar ou ir levando a vida, como frequentemente dizem? 

Quero dizer-lhes, por experiência própria, que todas as vezes que fui forte, senhor da situação, perfeitamente decidido no que fazia, baseado somente na razão, tornei-me arrogante, orgulhoso, inapto a aceitar a ajuda de alguém. Tinha em minha mente que estava sempre certo, não aceitando correções e muito menos ajuda. Era o soberano e muitas vezes ditador e autoritário. Passei por isso. Ficava constrangido em aceitar a ajuda de outras pessoas, até nas mínimas coisas. Sabe como isso acabou? tornei-me centralizador, somente eu sabia fazer direito todas as coisas. Era o sabe tudo, o faz tudo, não aceitava ajuda. Resultado: stress, doença, preço muito alto à pagar e longo período de recuperação. Hoje sei que devemos reconhecer nossos limites. Não somos ilhas. Fomos criados para interagir com o Criador, nosso Deus, e com outras pessoas. Como então fazer, para baixar a guarda, amolecer o coração, aceitar ajuda, deixar o orgulho e a arrogância de lado? Simples: reconhecer que o homem natural é fraco, que não entende as coisas de Deus, porque elas se discernem espiritualmente, que temos limitações, mas que tudo podemos, em Cristo, que nos fortalece.

"Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte." (2 Coríntios 12:10)
"Tudo posso naquele que me fortalece." (Filipenses 4:13)
Paulo escreveu isso num contexto de que estava preparado para ser forte, em Cristo, para suportar todas as coisas, como perseguições, injustiça, a prosperidade/provisão ou a falta dela. É certo que quando decidimos as coisas somente pela nossa vontade, pelas nossas próprias forças, invariavelmente erramos e pagamos alto preço por isso.  Sem Cristo tropeçaremos e cairemos. Somos verdadeiramente fortes, somente em Cristo Jesus. Ele, Jesus Cristo, tomou para si nossos pecados, iniquidades, nossos erros, nossas falhas, nossas limitações e fraquezas. Todas essas coisas e o castigo que merecíamos, Ele tomou para Si. Jesus Cristo, nos faz verdadeiramente fortes. Creiamos nEle, entreguemos nossas vidas à Ele, para que possamos ser verdadeiramente fortes e possamos receber todas as bençãos que já nos foram dadas pelo nosso maravilhoso Pai Celestial. Basta crer e aceitar Jesus nas nossas vidas. Veja as maravilhas que Jesus Cristo pode fazer na sua vida! Aceite Jesus Cristo também e tenha uma vida plena, na verdadeira força, que somente vem dEle!

"Assim diz o SENHOR: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na sua força; não se glorie o rico nas suas riquezas, mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me entender e me conhecer, que eu sou o SENHOR, que faço beneficência, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR." (Jeremias 9:23-24)

 Fiquemos todos na Paz, que excede todo o entendimento, do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré!

domingo, 11 de março de 2012

É necessário levar uma vida de sofrimento?

Queridos leitores,
escrevo-lhes hoje, sobre um engano muito comum que muitos de nós cometemos, ao acreditar que precisamos levar uma vida de sofrimento para sermos "puros" de coração, ou merecer a atenção de Deus e a salvação. Sofremos, invariavelmente, devido as nossas próprias escolhas. Não perguntamos à Deus se devemos ou não fazer aquilo o que desejamos. Vamos decidindo, fazendo, acreditando somente na força dos nossos próprios braços. Dessa forma,  fazemos escolhas erradas, ou escolhas certas no tempo errado. Logo, vem as consequências. Muitas delas com um preço alto demais. Devemos parar a roda viva que nos traga e envolve e entregar nossos problemas ao nosso Deus. Somos falhos e não conseguimos ter o entendimento total das coisas. Devemos saber, sem sombra de dúvida, que o mal anda a espreita, rondando as nossas vidas. Na verdade nossas vidas estão cheias de brechas. Deixamos margem para o mal agir. Sem oração e comunhão com Deus, nosso espírito enfraquece, prevalendo os desejos da carne. O que acontece a seguir não é difícil imaginar. A busca de preenchimento daquele vazio inexplicável, inexprimível. Vem, então as bebidas, drogas, sexo, prostituição, quebradeira financeira e toda a "gangue" de vícios, desvios e pecados que o mal tenta nos afligir. Agindo assim, nunca estaremos satisfeitos, pois é o mal agindo nas nossas vidas, pela mentira e engano, roubando, matando e destruindo, mas a nossa busca continua. Essas coisas não satisfazem, somente escravizam.  A boa nova, é que ninguém é obrigado a levar uma vida de sofrimento. Nosso Deus nos deu  o livre arbítrio sobre nossas vidas, bastando somente, que nos posicionemos fortemente nos propósitos de mudança. Basta de sofrimento! Como poderia nosso amoroso Deus, nos deixar levar uma vida de sofrimentos? Se o verdadeiro amor é o de Deus e mais ainda, se Ele é a essência do amor, como poderia se suceder isso? A resposta é porque não vem d'Ele! Ele já nos deu todas as bençãos! Vem das escolhas erradas que fazemos e da aceitação do mal para as nossas vidas. Pelas brechas deixadas, damos autoridade ao mal para conduzir as nossas vidas. Fechemos as brechas, fortaleçamos nosso espírito, entreguemos a condução de nossas vidas à Jesus Cristo de Nazaré, que nos honrará diante do Pai. A verdadeira mudança de vida e salvação quem nos traz, é o Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré.  Seremos puros de coração se adotarmos o caráter e a postura do nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré. Ele nos deu e é o exemplo. Veja o que disse o Príncipe da Paz:
"Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á." (Mateus 7:7)
"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." (João 14:6)
"O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância." (João 10:10)
Fiquemos todos na Paz, que excede todo o entendimento, do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Em busca do reconhecimento

Queridos leitores,
escrevo-lhes hoje, sobre a batalha, permanente, que temos nas nossas vidas: a busca do reconhecimento pelas coisas que fazemos.  Isso pode transformar-se num grande monstro a ser vencido. A necessidade do reconhecimento é algo inerente ao ser humano, que deve ser quebrada, para que se possa ser, verdadeiramente, feliz. O nosso trabalho deve honrar, primeiramente à Deus, não buscar o reconhecimento, especialmente nas obras que fazemos à Ele. O verdadeiro contentamento, pelas boas coisas que fazemos, vem de Deus. Não devemos esperar o reconhecimento do homem. Como equilibrar as situações: de ser honrado pelos homens, pelos bons feitos; e o orgulho do reconhecimento?  Esse equilíbrio é algo que vem da sabedoria, e sabemos que a verdadeira sabedoria vem, também, de Deus. Há, então de se orar, buscar essas coisas no Senhor. Há alguns trechos bíblicos que elucidam o assunto, veja: 
“E, quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram os seus rostos, para que aos homens pareça que jejuam. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. “(Mateus 6:16)
“Quando, pois, deres esmola, não faças tocar trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.” (Mateus 6:2)
“E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. Tu, porém, quando jejuares, unge a tua cabeça, e lava o teu rosto, para não pareceres aos homens que jejuas, mas a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente.” (Mateus 6:5-6)
Fiquemos todos na Paz , que excede todo o entendimento, do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré. 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Shows, músicas e louvores (continuação)

Queridos leitores,
continuo, a seguir, com minha análise, iniciada no artigo anterior, sobre o assunto do título. 
É certo que a arte secular também é dom de Deus, embora os artistas, muitas vezes, não reconheçam isso. Todas as coisas vem de Deus e voltam para Ele. Dessa forma nossos dons, nossos talentos, nosso trabalho devem ser voltados para Deus, consagrados à Ele. Muitas pessoas não querem servir à Deus porque tem medo de que lhes falte a provisão para as suas necessidades ou por preconceito de serem chamados de "crentes" e assim, mantêm-se no mundo secular. Deus provê todo o sustento e entendimento para o seus, que o glorificam, que O louvam, que O honram e que O adoram. Os louvores gospel (shows) são realizados por grupos de pessoas reunidos em ministérios de louvor, adoração e ministração. Como por exemplo o Ministério Diante do Trono, da Igreja Batista da Lagoinha de Belo Horizonte, entre tantos outros ministérios, ferramentas maravilhosas nas mãos de Deus. Frequentemente vemos nos shows gospel, que são na verdade cultos, onde acontecem ministrações e louvores maravilhosos, "descer a unção" do Divino Espírito Santo de Deus, fazendo com que o "artista", ou seja o ministro da Palavra de Deus, crie espontâneos inesperados e formidáveis, tomando toda a platéia pelo espírito. Esses cultos, ou shows, como queiram, são para Deus, assim como todos aplausos. O reconhecimento não pertence ao "artista", ou melhor, ao ministrador  da palavra, ou músicos. Isso acontece porque o Espírito Santo de Deus gera, antecipadamente, nos corações desses ministros (artistas) o tema das suas músicas e dos seus cultos (shows).  O Espírito Santo de Deus, continua falando durante os cultos e assim são gerados os espontâneos. Essas revelações não vem de qualquer forma, tem que haver entrega do coração à Jesus Cristo e muita oração. O ministério tem que estar pronto para receber e entregar a mensagem de Deus. Essas revelações podem acontecer em decorrência de uma necessidade de ministração do próprio ministério de louvor, necessidades de pessoas da platéia, mensagem geral ao povo, ou por algum motivo não aparente,  que não nos cabe entender, porque que está na vontade de Deus. É maravilhoso. Esse é o verdadeiro contentamento, ser ferramenta de Deus para mudar vidas para melhor, para fazer o bem. As letras das músicas gospel são edificantes para o ser humano, são baseadas na Palavra de Deus, em testemunhos de vida e profetização santa. Glorificado é o Senhor nosso Deus, abençoados são os adoradores e ministros da Sua Palavra e seus ministérios. Bendito é aquele que vem em nome do Senhor. Poderoso é o Senhor nosso Deus que nos permite ver e realizar o sobrenatural, o impossível, bastando para isso que creiamos n'Ele com muita fé e tenhamos, verdadeiramente, o Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré, nos nossos corações e como único caminho que leva à Deus. O mundo secular está aí, pronto para tragar os mal avisados, os desligados, os que ficam em cima do muro, os que acham que o mal não existe, os que acham que Deus não existe, os que dizem que a Bíblia foi escrita e modificada pelos homens e que não passa de uma enganação, ou como ouvi dizer recentemente, "o mapa do roubo". Não se engane com o mundo secular, não se engane com músicas e cultos que não são de Deus. Nosso amado Pai Celestial, tem para nós bençãos e contentamentos ilimitados. Reconhecimento, sucesso, fama e poder são frívolos e voláteis e, verdadeiramente, não acrescentam nada de bom às nossas vidas, somente problemas. Voltemos os nossos dons para o nosso Deus e então veremos e Sua Divina Face, ouviremos a Sua Indescritível Voz e receberemos todo o verdadeiro contentamento, que só nosso Deus pode nos dar.

Fiquemos todos na paz, que excede todo o entendimento, do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Shows, músicas e louvores

Queridos leitores,
começo hoje esse artigo dizendo, que o nosso contentamento não depende de alguma coisa deste mundo. Coisas materiais, reconhecimento, sucesso e fama são alguns exemplos vazios do verdadeiro contentamento. Sofremos todo o tipo de desilusão quando esperamos o reconhecimento dos outros pelas coisas que fazemos. Para os artistas, músicos e atores seculares (não gospel), entre outros, que fazem seus shows e apresentações é um tanto difícil entender e aceitar para a sua vida o que acontece com os artistas gospel. Esses artistas não buscam o reconhecimento e a fama, são adoradores de Deus. Muitos desses adoradores (músicos gospel) conseguem tanto sucesso, que a luta contra fama torna-se acirrada e muito difícil. Tal coisa acontece, principalmente, devido  ao assédio das pessoas, que confundem o adorador de Deus com o artista secular. Tornam-se seus fãs, idolatrando-os, transformando-se, dessa forma, em "pedra de tropeço" para o "artista". Como o "artista" gospel conseguirá conciliar o bom trato, que um cristão evangélico deve dispensar às pessoas, com uma posição contrária a uma idolatria, como um pedido de autógrafo, de fotografia e outras coisas mais ousadas, até inusitadas inerentes a “fama”? Fácil não é! Quero, antes de continuar, fazer a seguinte consideração: como visto acima é sabido que o ser humano tende a esperar o retorno, recompensa, de suas ações, como alguns exemplos a seguir: quem ama espera que lhe amem, se faz o bem espera ser recompensado, se tem talento ou se faz algo correto, espera ser reconhecido, se dá esmolas espera que todos vejam como é bom cristão, se faz jejum faz cara de sofrimento para que todos vejam que está jejuando e assim por diante. Veja o que Jesus Cristo disse sobre isso:

“Guardai-vos de fazer a vossa esmola diante dos homens, para serdes vistos por eles; aliás, não tereis galardão junto de vosso Pai, que está nos céus. Quando, pois, deres esmola, não faças tocar trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. Mas, quando tu deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita; Para que a tua esmola seja dada em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, ele mesmo te recompensará publicamente. E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. “ (Mateus 6:1-6 )

Finda a consideração, analiso que embora todos saibam disso, muitos ainda praticam tais coisas. Na música, shows, adoração o princípio é o mesmo. Não devemos procurar a glória, o reconhecimento. A glória pertence somente ao Pai, nosso Deus. Agora explico uma outra faceta dos shows (cultos que não são para Deus) e das músicas seculares . É certo que quando cantamos e/ou repetimos um refrão de uma música, não sabemos com qual “estado de espírito” estava o cantor ou compositor quando a compôs. Não se trata somente de uma simples música, como supostamente podemos pensar. Estamos levando aquilo (o que foi cantado e repetido) para as nossas casas e para as nossas vidas. Saímos dali imbuídos do que a música falava. Para endossar isso, cito que é comum lembrar-nos de um situação de nossa vida, pela música que estava “rodando” naquele momento e que nos sensibilizou. Ao cantar alguma canção secular, repetimos coisas que profetizam dúvidas, desamor, desunião, separação, traição, fracassos, insegurança, falência, pobreza, quebradeira, orgulho, arrogância, hipocrisia, crimes, fumo, sexo e pornografia, palavrões, bebedeira, uso de drogas, depressão, suicídio, falta de fé em Deus, desânimo, mediocridade, entre tantas outras coisas que costumamos ouvir e repetir. Temos que ter muito claro em nossa mente, que o que estamos fazendo, ao cantar essas músicas e repetir esses refrões, é simplesmente profetizar contra as nossas próprias vidas e das nossas famílias. Trazemos essas coisas para as nossas vidas e casas. Temos que saber que não afetamos somente a nós mesmos, mas sim toda a nossa família. É muita responsabilidade. Além disso, passamos todas essas coisas para nossos filhos que nos copiam em tudo. Maior responsabilidade ainda. Como o mal , nosso inimigo, espera uma brecha para tocar em nossa vida, imagine se nós mesmos começamos a clamar tais coisas, com nossa própria boca e voz, através dessas “canções”. É um prato cheio para nosso inimigo, o mal. Tenha certeza disso! Bem a conclusão desse artigo, acontecerá no próximo, para não me alongar mais ainda. Não perca a conclusão, dessa análise.

Fiquemos todos na paz, que excede todo o entendimento, do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

A obsolescência programada

Queridos leitores,
todos sabemos da manipulação do mundo sobre nossas vidas. Devemos ter conhecimento que somos vítimas da obsolescência programada todos os dias. Para quem nunca ouviu falar, explico que a obsolescência programada nada mais é do que as indústrias, os fabricantes, produzirem produtos com vida útil curta, limitada, pré-determinada. O objetivo disso é obvio, ou seja, obrigar o usuário, consumidor a adquirir um novo produto antes do necessário, com a justificativa de geração de novos empregos e o aquecimento da economia. Desde os anos 20 o descartável virou moda, quando aconteceu o primeiro caso da obsolescência programada, em 1924. As consequências disso são sérias e muitas, entre elas: o empobrecimento do povo ocasionado pelo consumo sem limites, a poluição do planeta devido aos detritos, resíduos, lixo, resultantes dessa prática, e a escravidão das pessoas, gerada pelo consumismo. Podemos notar essas consequências no planeta; nos países de terceiro mundo que recebem todo lixo gerado pelos países ricos. A população não dispõe de produtos duráveis, obrigando-se a adquirir novos produtos, novos modelos, mais modernos, antes do necessário. O primeiro e mais famoso caso de obsolescência programada foi o caso das lâmpadas incandescentes. Em 1924 foi criado um cartel, dos fabricantes de lâmpadas, para que num determinado prazo fosse realizada uma adequação nas suas linhas de produção, para que produzissem uma lâmpada que durassem somente 1000 horas. Quando a lâmpada foi inventada, já durava 1500 horas. Foi produzida posteriormente para 2.500 horas. Os fabricantes faziam propaganda dessa durabilidade. O cartel definiu a durabilidade de 1000 horas de funcionamento para as lâmpadas. Como as indústrias precisavam produzir, vender e “gerar mais empregos” começaram a produzir lâmpadas que durassem menos, havendo inclusive multas para a indústria que não obedecesse a determinação do cartel. Em Livemore, na Califórnia, no quartel de bombeiros, existe uma lâmpada que está funcionando, simplesmente a mais de 100 anos. Acredite, em 2001 fez um século. No mundo da informática eletrônica, hardware e software, conhecemos bem isso. São máquinas e sistemas operacionais que deixam de ser atualizados ou perdem a validade, obrigando-nos a adquirir novos. Outro exemplo: as impressoras dos nossos computadores, funcionam somente um número limitado de páginas impressas, depois param. Existe um contador de páginas, dentro da sua memória interna, que faz a impressora parar depois de atingido um certo número de páginas impressas. Acredite! Para que essa tática funcione, como não colocam peças para reposição (precisaria de peças? É somente uma desculpa para a compra de uma impressora nova) de modelos mais antigos, a pessoa fica obrigada a  comprar outra impressora, pois precisa do equipamento, tornando-se assim, mais uma vítima da obsolescência programada. Nosso planeta sofre, de tanto lixo, detritos e resíduos gerados pelas indústrias e sua frenética produção. Não precisamos de todas esses bens produzidos. As indústrias não querem produzir produtos que durem mais, embora tenham todas as condições para tal. Bem, esses fatos nos levam a uma análise de nossas vidas, do consumo, dos bens materiais e de como anda a humanidade. Nossas vidas são movidas pela nossa insatisfação e pelo consumo desenfreado, motivado pelos fabricantes. Somos impulsionados pelas mídias, contratadas pelos fabricantes, a comprar, a consumir o que não precisamos. Pedimos empréstimos, usamos do crédito que temos para comprar o que não precisamos. Essas coisas nos custam, para adquiri-los, para mantê-los e o pior, nos custam períodos de vida que temos que trabalhar mais, para pagar essas novas coisas. Um tempo que não volta mais. Ao aumentar nossa carga horária de trabalho, para satisfazer o consumo, deixamos de estar com nossa família.  Para piorar pagamos altos juros, taxas abusivas, aumentando esse tempo de período trabalhado, para que tenhamos o que os outros tem, o que a mídia diz que precisamos. Nos tornamos escravos do nosso consumo, da insatisfação do que possuímos. Nosso sonhos viraram sonhos de consumo que nada valem, pura perda de tempo da nossa vida tão preciosa e de recursos que poderiam ser utilizados para sermos mais felizes com as pessoas com as quais vivemos e amamos. Ter qualidade de vida não é ter tudo o que a indústria produz, o mais moderno, o top dos produtos, mas sim o contato humano que foi completamente esquecido. Não precisamos dessas coisas que as indústrias produzem para viver bem. Vemos então, na realidade, que as coisas materiais nenhum valor possuem, pois são manipuladas e deixam de existir a qualquer momento. Vemos também que a humanidade anda na contramão do genuíno progresso, pois busca somente mais poder, dinheiro e funciona pelo interesse de alguns, que se julgam poderosos nesse mundo. Podemos ver isso em todos os setores da sociedade. Esta é a escravidão do povo, ser meras engrenagens de uma máquina que precisa funcionar para que a sociedade, como a conhecemos, possa existir. Certamente nosso estilo de vida, é somente um estilo, criado por pessoas e empresas que visavam e visam ainda, o dinheiro e o poder, em detrimento da vida e dos recursos de todas as pessoas. Atualmente quase todas as empresas adotam a obsolescência programada, mas já há algum tempo existe uma consciência, pois o planeta clama por ajuda. Não há como continuar nessa situação. Outro estilo de vida deverá ser formulado e executado pela sociedade, baseado na liberdade, na valorização do ser humano e da vida, na honestidade, ética, e no que realmente precisamos para viver dignamente. Os recursos devem ser destinados para onde, realmente, são necessários. O bem viver passa pelo desapego das coisas materiais como pregava o Senhor Jesus. Para conseguirmos vencer o mundo, precisamos de Jesus Cristo. Somos livres em Jesus Cristo de Nazaré. Vencer o mundo pelas nossas próprias forças é impossível. Precisamos do poder do sobrenatural do nosso Senhor Jesus Cristo e do nosso Pai Celestial, nosso Deus, que muito nos ama. O verdadeiro contentamento, não depende das coisas deste mundo!

Fiquemos todos na Paz, que excede todo o entendimento, do nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré.