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sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Quanto custa o dinheiro? Cuidado!

Queridos leitores,

alertas nem sempre são bem vindos, mas é bom ficarmos de olhos bem abertos. Os juros bancários do cheque especial e cartão de crédito são os maiores desde 1995, ou seja dos últimos 20 anos.

Segundo o Banco Central do Brasil, o conceito de CET - Custo Efetivo Total é o seguinte: Custo Efetivo Total (CET) é a taxa que corresponde a todos os encargos e despesas incidentes nas operações de crédito e de arrendamento mercantil financeiro, contratadas ou ofertadas a pessoas físicas, microempresas ou empresas de pequeno porte.

Qual a importância do CET?
Além de conhecer o custo real, o CET possibilita a análise e comparação entre diferentes empresas ou operações de crédito. Assim, o cliente adquire o poder de uma decisão mais detalhada e acertada, que atenda de fato as suas necessidades. Em outras palavras, o cliente fica sabendo o quanto, realmente, está pagando pela operação financeira realizada. A taxa de juros, por si só, não reflete a totalidade do custo da operação financeira.

Então vamos lá: Acreditem ou não o CET do cheque especial em alguns bancos passa dos 378% ao ano. O CET do crédito rotativo do cartão de crédito, pasmem, passa de 440% ao ano. Absolutamente impagável.

As notícias informam que os juros cobrados pelos bancos brasileiros, em algumas linhas de crédito, fariam qualquer agiota norte-americano sentir vergonha.

A rentabilidade dos bancos brasileiros tem sido o dobro dos bancos norte-americanos.

Há uma instituição financeira, que está com sua taxa do crédito rotativo do cartão de crédito em 719% ao ano. Consta nos dados do Banco Central.

Até quando pagaremos a conta de uma economia escravagista e de um governo corrupto. Quando as pessoas pensam que estão seguras nas suas finanças vem o governo com seus desgovernos e causa todo o tipo de dano e recessão. Temos visto isto acontecer no decorrer na história econômica brasileira. São tão previsíveis que chegaram ao cúmulo de fazer confiscos descarados ou camuflados como está sendo feito atualmente. As teorias de conspiração dizem que é nestes tempos, tempos de crise, em que os "donos do dinheiro" ganham muito mais, fortunas são geradas, pois são eles próprios que periódicamente geram estas crises e recessões ao seu bel prazer para crescimento de suas fortunas. Parece não se tratar de conspiração, pois é só olhar o lucro dos bancos neste momento.

Ironicamente parece que o povo brasileiro é muito rico, pois paga muito caro por tudo o que consome. Coisa de quem é muito abastado mesmo.

Os salários dos brasileiros são muito menores e pagam mais caro por todas as coisas que consomem do que os norte-americanos. Mas o pior de tudo é a roubalheira generalizada em todas as áreas do governo. Mentem ao povo e só pensam em aumentar seus salários. Que representantes fomos arrumar, heim?

Alguns poderão dizer que comparar a economia norte-americana com a economia do Brasil, que é um país em desenvolvimento, é uma tolice. Tolice para mim é aceitarmos recessão de tempos em tempos, corrupção e roubo em tempo integral (porque os corruptos e roubadores não descansam ou nem cansam), sem nada dizer e sem comparar com o que se vê no cenário mundial. Quer um pequeno exemplo: Um carro nos estados Unidos custa 1/5 do que custa no Brasil. Pagamos ou não pagamos tudo bem mais caro? Lembrando que os norte-americanos tem maiores salários que os brasileiros. É desafio para os mestres da economia explicar. Há uma trava que impede o nosso país de crescer verdadeiramente. Talvez seja alguma interferência estrangeira camuflada, manipulando os governantes, comprando-os, tornando-os ricos para que desconsiderem o povo, para que o Brasil não alcance o que verdadeiramente pode ser, à saber, uma potência mundial.

Que Deus tenha misericórdia do Brasil e do nosso povo. Orar é o mínimo que podemos fazer. É necessário o posicionamento do povo contra tudo isso.

Saudações patrióticas, até mais.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Escolhi à Deus ou Deus me escolheu? Participei disto ou Deus agiu soberanamente? O que pensar?

Queridos leitores,

É interessante pensar no que agora expresso abaixo, a respeito deste assunto. Obviamente, vou escrever baseado nas minhas próprias experiências e constatações pessoais. Não sei se isso vale, acontece ou possa acontecer para todas as pessoas, mas escreverei o que aconteceu comigo.

Sempre tive muita fé em Deus, no entanto só conhecia o que minha mãe me ensinara e no que raramente ouvia nas missas, nas poucas vezes que frequentei a Igreja Católica Romana. Minha mãe me ensinou a "rezar" todo o dia à noite antes de dormir. Eu iniciava a "reza" com Pai Nosso, Ave Maria. No meio sempre inventava alguma coisa a mais, pedidos pessoais e fechava com Ave Maria e Pai Nosso, pedindo proteção e uma boa noite de sono para todos da casa.

Irmão mais novo, numa casa de onze irmãos, mais uma filha adotiva, uma sobrinha criada como filha pelos meus pais. Cresci um tanto paparicado, principalmente pelo meu pai. Meus irmãos também me cuidavam muito, em decorrência do meu pai ter toda aquela preocupação comigo. Não creio que era filho preferido, pois acredito que não se tratava disto, mas sim um cuidado especial por ser o caçula. Isto, há algum tempo atrás, era muito comum nas famílias. Existia o amor, o cuidado e a preocupação dos meus pais para com todos os filhos. Meus pais foram heróis ao criar 12 filhos (seis homens e seis mulheres). Não foi fácil para eles. Imagino do que tiveram que abrir mão para criar essa turma toda, mesmo que nem dessem por conta disto.

Hoje, sabemos que Deus está no controle de tudo. Por isso, penso que fui poupado de muitas coisas, pelo cuidado dos meus pais na minha criação, dentro daquilo que eles podiam oferecer e do conhecimento que possuiam. Se fui o caçula, se tive a família que tive, se fui amado e se amei e amo todos os meus irmãos e pais e se estou onde estou, singelamente, hoje, é porque esta é a vontade ou permissão de Deus. Quando entendemos que não cai uma folha de árvore sem que Deus permita, o que dizer do controle de Deus sobre as nossas vidas?

Não sei se escolhi Deus naqueles meus tempos onde a falta de entendimento do Deus vivo reinava em mim e na minha família. Ao escrever isto, eu estava por escrever que não havia escolhido Deus, naquele tempo. Iria dizer que Deus é quem me escolheu, mas talvez eu o tenha escolhido, mesmo sem saber disto, quando fiz minhas orações, com fé, para aquele Deus quase desconhecido, que eu pensava estar longe, lá no céu. Veja o que diz este trecho bíblico:
"Ora, nós sabemos que Deus não ouve a pecadores; mas, se alguém é temente a Deus, e faz a sua vontade, a esse ouve." (João 9:31)
A teologia nos diz que fomos escolhidos por Deus desde antes do início dos tempos. Os reformados dizem que é somente Deus quem nos escolhe, soberanamente, mas os arminianos dizem que o homem tem sua parte nisto. Monergismo e sinergismo.

Destas coisas só Deus conhece. Mas porque escrevo sobre isto?

Porque preciso dizer que Deus nos cuida, mesmo que não reconheçamos isto. Por isto me considero uma pessoa muito feliz, cuidada por Deus desde o início da minha vida. Vejo que Deus esteve sempre no controle da minha vida, me cuidando para que hoje eu pudesse ser, simplesmente, como sou e estar realizando a obra para Ele, conforme a Sua vontade. Se faço a obra de Deus é porque sou salvo e não ao contrário. 

Todas as pessoas que passaram pela minha vida, colaboraram para que eu chegasse ao entendimento que hoje tenho de Deus, das suas coisas e à realização da Sua obra. São pessoas abençoadas que cumpriram sua missão cabalmente, possuem a graça de Deus e que fizeram a sua vontade, mesmo sem saber. A importância disto tudo não está em mim e do que eu faço, mas na vida de todos que fizeram e ainda fazem parte da minha vida, em Deus e na Sua vontade. Não fui e não sou o centro de atenção alguma e nem quero ser. Para a mensagem do evangelho de Jesus Cristo é que devem estar voltadas todas as atenções.
"Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus, o Senhor; e nós mesmos somos vossos servos por amor de Jesus." (2 Coríntios 4:5)
Meu trabalho para a obra do Senhor é pequeno, mas foi Ele que me designou para isto, então embora para mim seja pequeno, certamente para Deus é grande e importante. 

É muito bom que eu sempre considere o que faço para Deus como uma pequena obra, pois assim não vem o sentimento de ser reconhecido pelos homens e de vanglória, pelo trabalho que eu e minha esposa realizamos. Só há um a ser honrado, a saber nosso Deus. Jesus disse que só há um bom, que é o nosso Deus (Lucas 18:19). Foi Ele que fez todas as coisas na minha vida e me levantou para realizar o que tão pequenamente e modestamente eu e minha esposa realizamos em Seu nome. Como poderiamos cobrar ou nos vangloriar disto? Foi Ele que investiu na minha vida, me cuidou, me guardou, me livrou dos males e me salvou para que eu fizesse o que é de Sua vontade. Mesmo que eu pereça hoje, os planos de Deus para minha vida não foram frustrados e se for de Sua vontade eu e minha esposa continuaremos à executá-los, certamente com muitas novidades e assim profetizo.

Creio que o que recebemos de Deus, de graça, devemos dar de graça. Jamais devemos cobrar ou nos vangloriar de qualquer coisa que façamos para Deus. Isto é para o nosso próprio bem, pois as escrituras dizem que o nosso galardão é no céu e não na terra.
"E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão." (Mateus 6:5)
Creio que devemos investir na obra do Senhor com nosso tempo e nossos recursos. Não devemos ganhar dinheiro com as coisas do Senhor. As coisas do mundo atraem as coisas do mundo. O querer ser reconhecido e a obtenção de vantagens financeiras (cobiça) com as coisas de Deus é inaceitável, sob qualquer pretexto. Há uma grande luta do homem contra estas coisas. Muitos caem. As escrituras dizem que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males e o reconhecimento a perda do nosso galardão no céu.
"Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores." (1 Timóteo 6:10)
"Quando, pois, deres esmola, não faças tocar trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão." (Mateus 6:2)
Se não fizermos as obras do Senhor, pregando o seu verdadeiro evangelho, qual seria a nossa serventia? Viver neste mundo por viver, fazendo o que todos fazem? Nascendo, crescendo, estudando, se formando, casando, tendo filhos, comprando uma casa, um carro, uma TV de tela grande, mudando de cidade, conseguindo um novo emprego, cobiçando coisas e dinheiro? Serão só estas coisas o sentido da nossa vida, nossa missão? Egocentrismo puro.

Será que não vale a pena uma reflexão? Deus nos escolheu soberanamente, ou devemos nos posicionar e escolher à Deus? Ou será que Deus nos escolheu, mas nós ainda não sabemos disto? Ou será que ainda não é o nosso tempo? Será que temos tantas outras coisas importantes à fazer, antes de nos achegarmos à Deus? Procuramos à Deus somente quando estamos numa má situação, fazendo assim dEle, nosso servo ou somos nós quem devemos servi-lO? Pense nisto. 

Se você está lendo este artigo, chegou até aqui, talvez esta seja a hora certa de você se firmar em Deus, aceitar a Sua salvação ou mudar seu posicionamento em relação às coisas dEle. Reflita sobre isto, mas principalmente reflita na sua vida, como Deus investiu em você, lhe cuidou e lhe guardou para Ele, assim como fez comigo. Você vai ignorar isto? Você vai cobrar por isto? Faça uma retrospectiva e você verá Deus na sua vida, como você nunca viu. Peço à Deus que se revele de forma sobrenatural à você, que está lendo este texto.

Fiquemos todos na Paz, que excede todo o entendimento,
do Nosso senhor Jesus Cristo de Nazaré.

terça-feira, 7 de julho de 2015

Realidade ou ilusão?

Amigo leitor,

muitas pessoas dizem ser realistas quando confrontadas por pessoas mais sonhadoras que não se conformam com a situação em que vivem ou com o comodismo. Muitos destes "realistas" vivem numa situação de falta de posicionamento em todas as áreas de suas vidas. No melhor dos casos, vivem uma vida que outras pessoas planejaram ou ditaram, seguindo uma receitinha de vida, básica. Pensam que todos devem seguir os mesmos passos. Se não andar como a maioria anda, a pessoa estará fora do contexto e será considerada estranha, sonhadora, de cabeça na lua, iludida, um tonto (a). Em casos piores ainda, estes realistas vivem sem o menor planejamento, vivendo a vida como ela os leva à viver. São levados por todo o tipo de "vento", ou seja, pelas circunstâncias.  

Mas, hoje não quero falar de posicionamento ou de planejamento de vida. Muito menos das coisas que a sociedade nos impõe e que "obrigatoriamente" vivemos. Quero trazer, somente, a realidade que muitos vivem para desenvolver o assunto principal.

Quero falar-lhes das "realidades". Realidades? Há mais de uma? O mundo não é um só? Não é o que vemos? O que lhes escrevo é uma constatação real ou talvez somente mais uma outra "realidade". 

Vou explicar-lhes meu ponto de vista: Começa quando olhamos para o mundo à nossa volta. Vemos um mundo criado por Deus, mas completamente modificado pelo homem. Talvez vejamos somente o que Deus nos permite que vejamos. Vemos o que podemos suportar. Num visão extrema, vejo a foto de um homem de costas para câmera, olhando para frente, visualizando uma cena de vida exuberante. Num outro quadro ao lado, o mesmo homem olhando para a mesma cena, mas a visão é outra: uma cena cinzenta, num cenário de total desolação, um caos. Qual é a verdadeira realidade. Será que nossos olhos estão nos mostrando o que é real, a verdade que nossa mente realmente está processando, ou estamos vendo somente o que nossos olhos podem ver e o nosso cérebro pode interpretar, independentemente de ser a verdade? Faço a seguir alguns ensaios.

Homem e mulher somente pelo fato do gênero, já são criaturas completamente diferentes. Mesmo quando são casados e muito compatíveis, são diferentes e podem estar vivendo realidades muito diferentes, dentro da mesma casa, no mesmo espaço. Um é razão, o outro emoção. Um vive num mundo cheio de prioridades e visões diferentes do outro. Nasceram em lugares diferentes, foram criados de maneiras diferentes, tiveram uma educação diferente, profissões diferentes, enfim, diferentes um do outro em tudo. Certamente a visão da realidade, de um para o outro, é bem diferente. isto é fato.

Por outro lado, o homem não é o único ser vivente nesta terra. Existem animais, plantas, etc. Para os animais a realidade é outra bem diferente da do homem. As cores somente existem por causa da luz. Há insetos que tem a percepção de cores muito maior do que os homens. Uma outra realidade. Um cachorro, por exemplo, nosso fiel amigo, segundo os especialistas, enxerga somente em preto e branco. É a realidade dele. Talvez enxergue as mesmas coisas que nós, mas em preto e branco. Mas quem nos garante que, neste caso, o cachorro enxerga as mesmas coisas que nós enxergamos? Alguém já foi cachorro para dizer como ele vê as coisas? Sabemos que os cachorros tem faro e audição apurados, diferentemente do homem. Trata-se de outra realidade. Quem sabe dizer, com certeza, o que mais os cachorros podem ver que nós não vemos? É só um exemplo. Reflita e veja as demais realidades dos outros seres vivos. Nos exemplos acima, quem está vendo corretamente ou qual será a realidade verdadeira?

Alguém pode garantir que aquilo que o homem constrói é o que verdadeiramente o outro homem vê? O contrário disso também pode proceder.  Pode acontecer de que o homem constrói para que homens vejam e compreendam suas construções. E se o que construimos e todas as coisas que desejamos "consumir" são coisas diferentes para um olhar que não seja o humano? Quer um exemplo? Deus, por exemplo. A bíblia nos fala que as coisas materiais, dinheiro e poder são vaidades. São como vento. Será uma outra realidade, diferente da que vemos? Com certeza Deus vê tudo muito diferente do que vemos.

Em resumo, vemos o que Deus permite que vejamos. Vemos também o que os homens construiram para que víssemos. No entanto, as coisas não são tão simples assim. Pelo que vimos acima, podem haver muitas realidades diferentes, realidades "abstratas" e realidades palpáveis. A bíblia nos fala de um mundo espiritual que os nossos olhos naturais não veem, mas que no entanto afeta as nossas vidas.

Veja o que diz em Efésios 6:12:
"Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais."

Vejam que aqui a bíblia fala de um mundo espiritual que nós não enxergamos e que afeta as nossas vidas sobremaneira. A bíblia relata que tudo começa neste mundo espiritual, mas muitos não acreditam, porque simplesmente não vêem. Estas pessoas que não crêem, são demasiadamente simplistas, pois porque não vêem não crêem. Só acreditam naquilo que enxergam. Nesta hora me lembro do apóstolo Tomé.

Se este pensamento procedesse, de não crer porque não se vê, a maneira como outro homem vê e vive a sua própria realidade, diferente da nossa, não existiria. A maneira como uma mulher vê o mundo também não existiria, pois é muito diferente da realidade como o homem a vê. A maneira como um cachorro enxerga o mundo também não existiria. Se não sinto um cheiro que um cachorro detecta facilmente, não quer dizer que não existe. O ar que respiramos mas não vemos, sabemos que existe. Se ignoramos realidades porque não as vemos, estamos negando, inclusive, a existência desses outros seres, pois só a minha realidade é que é a existente e verdadeira, então só eu existo.

Nesta situação, se as outras pessoas não vivem dentro da minha realidade então certamente suas realidades não existem, e assim eu estaria negando suas existências. Este é um dos grandes problemas da humanidade, o egocentrismo. Tudo tem que girar em torno de mim. Minha realidade, minha vontade, minha satisfação, minha alegria, ser servido, falarem sobre minhas coisas, ajudar a resolver meus problemas, me ajudar em tudo, receber, receber e receber. Se algo ruim não aconteceu comigo está tudo bem. A realidade dos outros não importa ou não existe, ou pior, faço de conta que não existe.

Lembro neste momento, do filme Matrix. O traidor, Cypher, se vende e trai mais do que seus seus amigos, trai toda a humanidade. Aceita viver a ilusão das máquinas, uma realidade melhor do que a verdadeira realidade que os humanos estavam vivendo, quando em liberdade. Suas condições para trair seus amigos, eram que queria ser famoso e rico, naquela realidade (ilusão) que as máquinas o fariam "viver". Obviamente, deu tudo errado e acabou morrendo sem receber nada.

E, assim, acontece com muitos de nós. Vivemos uma realidade que nada mais é do que uma ilusão. Ignoramos a realidade daqueles que estão próximos de nós. Endurecidos e egocêntricos. Algo muito diferente do que ensinou Jesus Cristo. Jesus dentro daquela realidade religiosa hipócrita dos fariseus e saduceus de seu tempo, comeu na mesa com os pecadores, viveu, pregou e curou muitos, no meio deles. Jesus não viveu somente na realidade dos santos e justos, senão como faria a obra? Mas Ele não se tornou igual à eles para se enturmar. Jesus foi Jesus e nos ensinou como devemos ser. Quando confrontado sobre isto, disse que não havia vindo para os sãos, mas para os doentes, para os pecadores. Disse ainda que veio para servir. O Rei dos reis veio para servir. Que realidade é esta?
Um  trecho bíblico ilustra muito bem, o que consideravam, a "loucura escandalosa" de Jesus, tanto o seu servir quanto o seu sacrifício. Veja o que disse o apóstolo Paulo aos coríntios:
"Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos." (1 Coríntios 1:23)
Pelo explicado acima, o ponto em que quero chegar, é que super valorizamos o que vemos e perdemos muito tempo de vida tentando adquirir coisas que nada significam. O que consideramos realidade pode ser a nossa perdição se não soubermos discernir. As coisas que o mundo nos oferece consideradas realidades para nós, mas são uma grande mentira do mal para nos afastar daquilo que verdadeiramente importa e tem valor. O mundo faz-nos viver uma realidade que é uma roda-viva cheia de desejos, distrações, falsos entretenimentos, etc. Nada mais são do que realidades falsas, impostas, que gostamos, desejamos, e adotamos nas nossas vidas. Ilusões como a do Cypher em Matrix.
"Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam." (Mateus 6:20)
Veja este trecho de Eclesiastes 5:10:
"Quem amar o dinheiro jamais dele se fartará; e quem amar a abundância nunca se fartará da renda; também isto é vaidade."
Outro trecho diz:
"Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores." (1 Timóteo 6:10)
Não há como falar destas coisas todas sem citar este lindo trecho de Apocalipse 3:17-18, que diz:
"Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu; Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas."
A mensagem acima foi para a Igreja de Laodicéia. A Igreja e a cidade de Laodicéia era abastada. A cidade foi destruída por um terremoto, mas abriu mão da ajuda do governo romano para a reconstrução, porque era rica e arrogante. Foi rejeitada por Jesus Cristo, porque valorizava as coisas materiais ao invés das espirituais.

Aqui há uma lição de vida. Aqueles que acham que tem tudo, que nada lhes falta, ou que as coisas materiais podem lhe suprir totalmente, ou ainda, que pensam que só as coisas que são vistas é que são as existentes,  que lhe são essenciais, estão muito enganados. Jesus repreende e diz para comprar dEle o ouro provado pelo fogo para que te enriqueças, vestes brancas e que lhe abra os olhos para que enxergue, pois é desprovido da graça, pobre, nu e cego. O ouro refinado pelo fogo, que são as coisas espirituais de Deus; as vestes brancas que é o andar na verdade, na justiça, na retidão, sem pecados, sem manchas, sem máculas; que unjas os olhos com colírio para que abra os olhos e enxergue a verdade, a verdadeira realidade. Aquilo que não se vê com os olhos naturais, mas só se vê pela fé.

Podemos ver pelo texto acima, que o que existe não é só o que vemos. Não podemos pensar que todos enxergam errado e que só nós é que enxergamos corretamente. Talvez até este meu texto, numa autocrítica, esteja completamente falho.

Deus na sua sabedoria infinita permitiu que víssemos somente o que suportamos ver, mas deu-nos um instrumento valioso para enxergarmos a verdadeira realidade, a saber, a fé. Trata-se de algo poderoso, que se tivermos do tamanho de uma semente de mostarda, nos permitirá "mover montanhas" ou mandar uma planta sair do seu lugar com suas raízes e plantar-se nas águas do mar e ela obedeceria. Veja em Lucas 17:6:
"E disse o Senhor: Se tivésseis fé como um grão de mostarda, diríeis a esta amoreira: Desarraiga-te daqui, e planta-te no mar; e ela vos obedeceria."
O profeta Ezequiel, contemporâneo de Jeremias e Daniel, teve a visão de uma realidade jamais imaginada por homem algum, mesmo hodiernamente. Viu algo inimaginável, numa época muito remota em que não havia Hollywood e seus efeitos especiais. Ele viu o céu e viveu para contar. Ficou 7 (sete) dias recuperando-se da visão que teve. Imagine a mente de uma pessoa que vivia naquela época, com suas simples experiências de vida. Pense na inviabilidade da visão ter sido gerada na mente do profeta, por ele próprio. Uma realidade que não vemos e muitos não crêem, porque não enxergam. A visão de Ezequiel tinha tudo a ver com o povo e futuro de Israel, que havia se corrompido, se prostituído espiritualmente. Não o quiseram ouvir. O livro de Ezequiel tem tudo a ver com o que diz o presente artigo. Sobre a visão, leia Ezequiel capítulo 1.

Para finalizar, disse Jesus:
"Tudo por meu Pai foi entregue; e ninguém conhece quem é o Filho senão o Pai, nem quem é o Pai senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar. E, voltando-se para os discípulos, disse-lhes em particular: Bem-aventurados os olhos que vêem o que vós vedes. Pois vos digo que muitos profetas e reis desejaram ver o que vós vedes, e não o viram; e ouvir o que ouvis, e não o ouviram." (Lucas 10:22-24)
realidade dos apóstolos era diferente da dos reis e profetas que os antecederam, não somente devido ao tempo cronológico, mas devido ao que viram, ouviram e pela sabedoria que possuíam que receberam do próprio filho de Deus. 

Escrevo sobre estas coisas, não somente por oposição às coisas deste mundo, coisas materiais como o dinheiro, consumismo, distrações, entretenimento, manipulação, religiosidade, viver numa ilusão pensando que é a realidade, mas para que reflitamos, conheçamos, verdadeiramente, Jesus Cristo de Nazaré, o Filho de Deus e saibamos qual é a realidade que Ele quer que vivamos, qual a sua vontade, e o porque disto. Abrir os olhos e ser diferentes do que foi a Igreja e a cidade de Laodicéia. Trata-se de um novo estilo de vida, regenerado pela renovação da mente, através da pessoa do Espírito Santo de Deus.

Fiquemos todos na Paz, que excede todo o entendimento, 
do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Um amor inesperado


"Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente." (1 Coríntios 2:14) 
O apóstolo Paulo não poderia ter explicado isto melhor. Nas coisas de Deus para as nossas vidas há mistérios que não temos condições de compreendermos a olhos naturais, mas precisam ser vistas com os olhos espirituais.

Por outro lado, Deus nos ensina as suas coisas espirituais, aproximando estas experiências espirituais das experiências materiais naturais, do que dispomos aqui no mundo material em que vivemos.

Na minha juventude, quando tinha uns 20 anos aproximadamente, no início da minha vida profissional, estava no meu trabalho, como auxiliar contábil, sentado numa cadeira junto a minha mesa de trabalho e de repente senti um abraço e um beijo no rosto vindos de trás. Fiquei surpreso, quando olhei vi que era uma moça que trabalhava no caixa da empresa. Era minha amiga. Eu nunca havia lhe olhado com intenções diferentes dessa. Tinha muito mais idade do que eu, mas ainda era solteira. Conversamos posteriormente sobre isto e ela falou-me que gostava de mim, mas que não podería namorar comigo porque eu não tinha condições financeiras. Disse-me  que tinha alguém em vista, que também gostava,  e que iria namorar e casar com esta pessoa já bem estabelecida economicamente. Hoje olhando aquela situação, independentemente do desfecho, que foi esse mesmo, acabou ali, vejo a mão e o cuidado do Senhor para com a minha vida, mesmo ainda eu não O conhecendo como hoje. Não havia, verdadeiramente, futuro naquele relacinamento. A moça precisava de segurança que eu não poderia oferecer, naquele meu início de vida. Eu demoraria um bom tempo para ter uma situação financeira estável, e ela sabia disto. Eu na minha total inexperiência, se ela permitisse, talvez tivessemos iniciado um relacionamento que tinha tudo para dar errado. Não olho para a atitude dela como algo interesseiro, deixando o verdadeiro amor de lado por causa da situação financeira desconfortável. Naquele momento, com a "luz" que tinhamos ela foi prática. Hoje, na verdade, vejo isto como um livramento de Deus para nós dois.

Quantos de nós não passaram por situação semelhante e nem percebemos que pode ter sido um grande livramento de Deus para as nossas vidas. Situações que nossa vontade desejava, mas que não se realizaram de maneiras que não entendemos.

Mas não lhes contei tal coisa simplesmente para que soubessem de uma pequena parte da história da minha existência, mas sim para falar-lhes deste "amor" que a moça sentia por mim, mas que eu nem desconfiava que existia. Eu a via, admirava-a porque parecia amável e competente, mas não me passava pela mente que ela, de alguma forma, me amava. Naquele momento eu certamente pensei, no que poderia ela achar de bonito em mim? O que poderia haver em mim que pudesse atrai-la? Mas havia. Ela achou algo em mim que eu desconhecia e me amou por isto. Lembra do início deste artigo quando escrevi que Deus tenta nos ensinar as suas coisas aproximando as experiências espirituais do seu reino com as coisas deste mundo para que possamos entende-las, mesmo a olhos naturais?

Neste exemplo real acima posso,  hoje, entender o amor de Deus. Deus nos conhece melhor do que nós mesmos. Não sei o porque do amor daquela moça. Também não entendemos completamente o amor de Deus. O Senhor sabe das nossas coisas antes mesmo que possamos pensá-las ou fazê-las. Quando penso que não sou amável, o Senhor me ama. Quando penso que não mereço, o Senhor me ama. Quando penso que muito pequei, o Senhor me ama. Quando me iro, o Senhor me ama. Ele simplesmente ama. Ama incondicionalmente. Não há o que eu possa fazer para desmerecer o Seu amor. Posso entristecer o Seu Santo Espírito com meu erros, com meus pecados, justamente por não conhecer o Seu amor. Por isso devo procurar andar na retidão e na verdade, porque o Senhor me ama e preciso ser grato por este amor incondicional do ser mais poderoso de toda a existência, nosso Pai Celestial. Como entender um amor de Pai que entregou o próprio filho para que eu, um estranho e pecador pudesser ser salvo. O Pai que independentemente de minha compreensão me ama, me cuida e me supre em tudo.

A bíblia e a teologia nos ensinam que somos separados por Deus desde antes do início dos tempos e que Ele nos amou sempre. Não como o amor daquela moça em que haviam condições. Mesmo para aqueles que conhecem a Deus, Seu amor é algo surpreendente, misterioso e até incompreensível. Diferentemente da moça,  Deus que é fiél, jamais nos deixará por causa que não estamos numa boa situação financeira, como aconteceu comigo. Pelo contrário, é principalmente nestas horas que Ele mais nos sustenta e "marca presença". É nestas horas que Ele demonstra ainda mais o seu amor. É nestas horas que Ele, sabendo de tudo o que acontece na linha do tempo da nossa existência está tranquilo e nos apoia, pois sabe dos planos que tem para as nossas vidas, coisas que não conseguimos enxergar com nossos olhos naturais. É nestas horas que Ele nos sustenta e nos consola, não como um ombro para chorar, mas para nos levantar para que possamos receber todas as bençãos que Ele tem preparado para cada um de nós.

Nosso Deus é assim. Quem O conhece sabe que não é Deus representado por alguma imagem escondida num canto secreto da casa. Não é Deus de quem ouvimos falar e que dizem que criou todas as coisas. Trata-se do Deus Vivo, Deus de amor, Soberano, Onipotente, Onipresente e Onisciente que se contrapõe a todo pecado, maldade, desamor e religiosidade, pois acima de tudo é o único bom e Santo.
"Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor." (Romanos 8:39)

Fiquemos todos na Paz, que excede todo o entendimento, 
do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Quando tudo parece normal

Estamos vivendo no nosso país um momento muito preocupante.

Numa aparência de normalidade, com a volta da inflação, as pessoas estão no corre-corre diário em busca de seus interesses. Preocupam-se, a curto prazo, com o aumento dos preços de todas as coisas e com o desemprego. No entanto não se dão por conta que estão na beira de um poço que mais parece um precipício. E como é fundo este poço e instransponível o abismo. 

Este governo que nunca representou o povo, ao que parece representa seus próprios interesses e os de governos estrangeiros, dirfarçados de democráticos, mas que, na verdade, são ditatoriais e socialistas, que visam exclusivamente valer-se de exaurir as riquezas do nosso país. É obvio que as nossas riquezas não passam despercebidas ao mundo, é necessário que não esqueçamos disto. 

Este governo providenciou um canibalismo interno, onde os setores da sociciedade se digladiam entre si, numa luta que visa a divisão do povo. O povo unido não é vencido, chavão velho e conhecido daqueles que hoje estão no poder. Era lema de suas passeatas no passado, mas hoje tentam fazer justamente o contrário, dividir o povo. 

Estamos numa situação semelhante àquela em que a rã estava dentro de uma panela com a água ainda fria, mas como o fogo ligado. Estava muito a vontade, especialmente quando a água começou a ficar morninha e gostosa. Quando se deu por conta estava sendo cozida, mas já era tarde demais. Estamos nesta situação.

Especialistas dizem que enfrentaremos 10 anos de recessão e estes dois primeiros anos (2015 e 2016) serão terríveis. Este sistema politico decadente está destruindo o Brasil. Enquanto o povo paga a conta, um alto preço, pelo breve momento de felicidade que teve, este governo, na continuidade da sua má gestão proposital, manda recursos financeiros para países socialistas sem a ciência exata da população. Manda nossas faculdades parar de formar médicos e traz de cuba "médicos" para ocupar o lugar dos brasileiros, que por sua vez, vão em penca para a Argentina fazer o curso de medicina porque no Brasil é inviável. 

Engana-se quem pensa que nossos políticos estão defendendo os interesses do povo, pois passam todo o tempo maquinando situações que favoreçam os seus interesses e de quem os patrocina, internamente e externamente, com raras excessões. Não é a toa que muitas pessoas estejam querendo deixar o país. Não se trata de ser anti-patriota, mas de não enxergar uma luz no fim do túnel. É desespero mesmo. As pessoas sérias não conseguem ver e ser coniventes com a atual situação do país e o futuro que se vislumbra. O que fazer? ir para as ruas?

Quem está no governo diz que apoia as manifestações e que elas devem ser pacíficas, mas no entanto dão risadas do povo que se manifesta nas ruas. Em resposta criam soluções que nada mais são do que sofismas, meias verdades, ou mesmo completas mentiras. Soluções enganosas e ineficientes visando ganhar tempo para implementarem seus planos maléficos para a nação brasileira.

Estamos vivendo numa terra sem lei, onde as pessoas de bem estão encarceradas dentro de suas casas com medo de tudo e de todos. Somos enganados, assaltados, roubados, nossas casas invadidas, sequestrados, mortos nas vias públicas, mortos nas estradas por motoristas bêbados, vemos nossos filhos terem suas vidas destruidas devido aos entorpecentes disponíveis nas portas das escolas e em qualquer rua da cidade. Não podemos nem mais utilizar os terminais bancários eletrônicos, pois a qualquer momento podem ser explodidos. As empresas não querem mais disponibilizar esse serviço. Nas ruas nossas mulheres carregam suas bolsas na frente do seu corpo para não serem assaltadas e roubadas. Achamos tudo isto normal, afinal a sociedade está muito violenta, mas nosso povo morre a todo momento. Agimos como se o problema não fosse nosso. Todas estas coisas não são normais. Quando acontece alguma coisa com algum brasileiro é problema meu, seu e de todos nós, porque poderia ser eu, você ou qualquer um de nós que estivesse naquela situação. Falta empatia ao povo brasileiro.

Não temos segurança, não temos saúde, não temos educação, não temos infra-estrutura, adequados e dignos. Pagamos uma alta carga tributária para não termos nada. Quando temos alguma coisa é porque pagamos novamente, além do que já foi super tributado. Estamos jogados a própria sorte. Vemos bandidos contra inocentes vitimas. Povo contra povo, numa divisão patrocinada e apoiada pelo próprio governo que faz tudo para se eximir de suas responsabilidades, semelhantemente o que fez Maduro na venezuela. Veja os saques aqui. Estejamos atentos pois poderemos estar, a curto prazo, diante de uma guerra civil. Há indícios de que os inimigos do Brasil estão se preparando há tempos.

Quando o órgão máximo da justiça no país, o STF manda soltar pessoas que comprovadamente lesaram o patrimônio e o erário público, além de outros crimes, o que podemos esperar das demais pessoas para conseguirem seu sustento ou desejo de riqueza, quando não firmados na justiça, honestidade, enfim, na retidão? A criminalidade só aumenta, pois a lei não é cumprida. O que podemos esperar de uma classe política e governo em que a presidenta da república (eleita com suspeita de fraude nas urnas eletrônicas), que deveria ser um modelo de pessoa para nossas crianças, não cumpre a lei, mente descaradamente à toda a população e ainda patrocina o mal, através do envio dos nossos recursos à países socialistas que tem aversão à Deus e ao bem. O atual governo brasileiro através de suas ações demonstra ser traidor da pátria e inimigo da nação e povo brasileiro. Não se enganem. Onde está o patriotismo do povo brasileiro. Será que a ficha vai cair somente quando nosso país estiver sob o domínio de forças ativas desconhecidas da maioria?

Somos tão manipulados que parecemos ovelhas rumo ao degoladouro e enquanto não chegamos lá, vamos sendo entretidos com a festa da carne (o carnaval), com as arenas de futebol criadas para nos entreter, com nossos recursos preciosos (que também foram desviados), além da mídia televisiva que destrói as famílias brasileiras fazendo apologia ao crime, a violência, a traição, ao adultério, as diversas formas desvios de conduta, além de mostrar somente o que vem de encontro aos seus interesses. Pagamos para sermos enganados, manipulados, ludibriados, destruídos, enquanto nosso lar, nossa patria é traída, esfacelada e também devastada.

Brasileiros acordem! Precisamos amar o Brasil. Que haja o patriotismo, amor pela pátria, pois é ela quem nos acolhe. É onde somos plenamente aceitos e temos nossos direitos garantidos pelos donos do poder, a saber o povo. O poder não é de algum presidente, partido ou de uma outra bandeira que são seja o pavilhão nacional. O poder é do povo e o povo tem meios de garantir a soberania do país e punir os traidores da pátria. Está na constituição federal.


Notícia de 2013 da Veja já alertava
Nas cores da nossa bandeira está o verde, verde esperança. 

Vamos hastear a bandeira do Brasil na frente das nossas casas, mostrando que nossa bandeira é o pavilhão nacional; mostrando nossa esperança de dias melhores; mostrando que a nossa bandeira é o pendão da esperança, o símbolo augusto da paz, que representa a grandeza da nossa pátria amada, nossa terra BRASIL.

Que o Senhor Deus tenha misericórdia da nação brasileira... de cada um de nós.

Veja mais alguns Links:

Ameaça aos brasileiros

Lider do MST ao lado de Maduro

Médicos Cubanos
As mentiras de Dilma

Guerra Civil?

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Pelas testemunhas?



Estava chegando ao meu escritório com uma tarefa em mãos. Tarefa que consistia em passar um questionário àqueles à quem eu havia trabalhado nas suas causas. Fui fazendo o que me havia sido proposto pelo juiz. As pessoas, vez ou outra, ao responder, me olhavam diferentemente do normal, mas seguiam respondendo as questões. Depois do trabalho feito, novamente no meu escritório, fui falar com alguém sobre isto. A pessoa me olhou com um olhar surpreso, mas manso. Fez-me então, uma pergunta, quase uma afirmação, dizendo: "Você não leu as questões, não é mesmo?" Meio sem graça, respondi que não, pensando comigo mesmo, "que fora!". Que advogado dá um questionário para seus clientes responder, sem que tenha lido. Não pensei em ler, mas somente em executar o que me fora pedido, com diligência. A pessoa então me disse: "Leia.". Peguei então o questionário e vi que todas as perguntas diziam respeito a mim próprio. Não sei quais eram exatamente as questões e nem as respostas dadas, porque acordei. Acordei com o sentimento de que as pessoas haviam respondido o questionário favoravelmente às minhas ações e à minha pessoa. Não sou advogado e certamente jamais serei. 

Era um sonho. Quando acordei havia o sentimento de que meu dever havia sido cumprido, que aquelas pessoas haviam testemunhado a meu favor. Sentia-me muito bem. Quando acordei e abri os olhos, ao compartilhar o sonho com minha esposa disse-lhe, acho que é algo de Deus, mas logo remendei dizendo, com certeza é algo de Deus. Logo entendi que era alguma coisa que o Senhor queria me revelar. Acredito que tenha conseguido descortinar a mensagem por trás deste sonho. 

Embora os que creem, verdadeiramente, em Jesus Cristo de Nazaré não passem pelo julgamento, nossas obras serão mensuradas não por um ato ditatorial de Deus. Ele simplesmente já terá passado o questionário, que foi entregue por ninguém menos do que nós mesmos, à todos os que passaram pelas nossas vidas. No momento da entrega do questionário não sabemos que é a nosso respeito, mas as pessoas o respondem. Entendi que é pelo testemunho deles, testemunho verdadeiro, que receberemos o nosso galardão. É pelo testemunho do nosso próximo que a justiça se fará, embora Deus tenha ciência de todas as coisas e possa julgar soberanamente. 

Nesta interpretação do sonho, se este tipo de procedimento se estenderia aos que não creem em Jesus Cristo e em Deus, na hora do julgamento, somente Ele saberia ao certo. Porque, neste caso, não haveria nenhuma garantia de que quem estivesse sendo julgado pudesse ainda ser salvo, mesmo com as testemunhas a seu favor. Talvez, neste momento, somente fosse definida a pena, mas este é um outro e complexo assunto. 

Independentemente do conceito da graça imerecida, talvez em algum ponto da nossa história as testemunhas serão chamadas para depor. Quais serão nossas obras, quais foram nossas atitudes para com o próximo?

Para compreensão dos escritos acima, é necessário que entendamos que não somos salvos por fazer boas obras, mas fazemos as boas obras porque somos salvos. Ser salvo acontece, inevitavelmente, por intermédio de Jesus Cristo de Nazaré. Se somos filhos de Deus fazemos as boas obras, porque Ele nos deu o exemplo. Uma árvore se conhece pelos frutos. Boa árvore, bons frutos. Má árvore, maus frutos. Macieira dá maçãs, laranjeiras, laranjas. Pode um limoeiro dar melancias? A nossa colheita depende do que semeamos.

Eis a importância das nossas obras aqui onde estamos. Isto faz com que reavaliemos nossas atitudes e ações para com o próximo, enquanto ainda há luz, ou seja enquanto ainda há tempo.
"Mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra seja confirmada." (Mateus 18:16)
"Por boca de duas testemunhas, ou três testemunhas, será morto o que houver de morrer; por boca de uma só testemunha não morrerá." (Deuteronômio 17:6)
Fiquemos todos na Paz, que excede todo o entendimento, 
do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Rastros de destruição

Queridos leitores,

durante a nossa caminhada por este mundo vamos vivendo nossas vidas preocupados com nós mesmos, com poucas excessões. Preocupados com as nossas necessidades e de sermos felizes. Conhecemos muitas pessoas, muitas ficam e fazem parte da nossa história, outras simplesmente passam e são esquecidas.

No entanto, despreparados para compreender o verdadeiro sentido da vida, vamos magoando e ferindo as pessoas, às vezes profundamente. Pensamos que fazemos a coisa certa, mas estamos causando todo o tipo de dano. Nos achamos com a razão, que estamos dentro dos nossos direitos e para isto não faltam motivos. Escondemos ou camuflamos os verdadeiros motivos que podem ser: teimosia; idealismo corrompido; autoafirmação, porque somos muito homem (macho) ou muito mulher (poderosa); porque culpamos alguém de sermos quem somos; pelas circunstâncias, e assim por diante.

Vamos deixando um rastro de destruição por onde passamos, cheios de falsas justificativas, subterfúgios.

Muitos de nós vive uma vida inteira e não percebe seus erros, seus enganos, dos danos que causou às outras pessoas. Alguns se dão conta somente quando estão em risco de morte, quando vem então a conhecida retrospectiva de vida. Outros tantos pensam que nem se importam, que estão acima destas coisas, mas o coração vai fechando, ficando apertado, o arrependimento, o choro e o perdão não liberados, sufocam as suas almas. O medo dos "fantasmas do passado" assombram boa parte destas pessoas que, simplesmente, não enfrentam as situações, fogem de tudo isto e buscam falsos refúgios, continuando a vida como dá, cheios de máculas na alma e no espirito, dizendo que está tudo bem.

Queridos amigos, o que tenho para lhes dizer, neste momento, é algo que o homem esquece, não somente por si próprio, mas por forças que desconhece. Quero dizer-lhes do AMOR. Claro que não o amor do homem, mas o amor que vem de Deus. O amor que transforma. O amor à Deus. O amor pelo próximo. Qual próximo? Próximo que verdadeiramente está bem próximo, na maioria das vezes. Se é próximo é porque está perto das nossas ações e atitudes. Como poderia ser o próximo alguém que está fora do meu alcance? Magoamos e ferimos membros da nossa própria família, muitas vezes o próprio pai, a mãe, os irmãos, filhos, tios, primos, e amigos bem próximos. Não raramente fazemos isto sem perceber, por puro desconhecimento da verdade ou mesmo ignorância dos fatos.
"Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor." (1 João 4:8)
Se amamos, verdadeiramente, a Deus amamos também ao próximo, naturalmente, principalmente alguém que não seja da nossa família e quem não gostamos. Certamente até um desafeto. Amar quem nos ama é fácil, mas amar nossos inimigos e a quem nos humilha é outra história, não é mesmo?
"Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; Porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos. Pois, se amardes os que vos amam, que galardão tereis? Não fazem os publicanos também o mesmo?" (Mateus 5:44-46)
Se amamos ao próximo jamais faremos algo para machucá-lo, ferí-lo, pois queremos que esteja e se sinta bem, que prospere, tenha uma boa vida e que tenha seus sonhos realizados. Porque não conseguimos fazer isto? Porque existem problemas. Porque não nos achegamos àquele que é Amor. Devido a isto e também impossibilitados, pela dureza dos nossos corações, não exercitamos o amor. No nosso viver diário pensamos haver coisas mais importantes à tratar. Achamos, algumas vezes, que o amor é algo cafona e até vergonhoso. Não nos achegamos a Deus porque dizemos que falar dEle é religião e religião não se discute. Assim nos afastamos de Deus. Quando nos falam de Deus logo pensamos numa igreja, num pastor que cobra dízimos e por aí vai e então caímos fora.
"E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas."(Mateus 22:37-40)
Pensamos que demonstrar sentimentos é errado (o mundo nos faz acreditar nisto), vergonhoso e constrangedor, como se não fossemos humanos, mas máquinas que nada sentem e executam uma série de ordens e comandos em lote. Simplesmente coisas programadas e frias. O mundo está criando uma geração de pessoas insensíveis que veem as maiores atrocidades e que nada sentem. Se o algo terrível não acontece com ela ou sua família, então está tudo bem, mas esquece que nos originamos do mesmo casal, no princípio dos tempos. Sobra muito pouco de nós para o amor.
"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine." (1 Coríntios 13:1)
"E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria." (1 Coríntios 13:3)
"O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece." (Coríntios 13:4)
É necessário que paremos a roda-viva das nossas vidas, reflitemos e que comecemos a exercitar o AMOR. Amor desinteressado, servil, bom, generoso, que quer o bem, que sente saudades, que chora quando o outro sofre, que ri quando o outro ri, de quem não se coloca em primeiro lugar, de quem arrisca a própria vida para salvar seus amigos, que tem prazer da companhia do seu próximo, de quem não faz comentários duvidosos das pessoas não presentes, o amor que não pode ser mensurado. Trata-se do amor exemplar de um pai que sacrificou a vida de seu filho primogênito por pessoas desobedientes e reconhecidamente más. A grandeza deste amor é essa que nos foi deixado pelo próprio Deus. O amor por amor.

É absolutamente necessária uma reflexão. Reconhecimento dos nossos erros. Sentimento da necessidade de colocar "a casa em ordem". Arrependimento genuíno e o devido pedido de perdão. Perdão primeiramente para Deus, pois é à Ele que magoamos e ferimos primeiro, ao fazermos isto ao próximo. 

Voltar ao passado não é possível, pois máquinas do tempo existem somente nos filmes de ficção. O efeito Woodward (efeito Mach), que trata dos buracos de minhoca (portais espaço-tempo),  é somente teoria. Não precisamos destas coisas. Podemos apagar estes rastros de destruição começando a nos achegar àquele que pode todas as coisas. Depende de nós mesmos, mas muito mais de Deus, pois dependemos dEle para que se faça a nossa renovação de mente e o renascimento, onde acaba o velho homem e suas mazelas e nasce uma nova pessoa altruista, amorosa, do bem, livre dos erros, livre do duro coração, destemida, ousada, mas acima de tudo de Deus, pois é somente através dele que conseguimos estas coisas e só assim nos tornamos melhores. O reencontro com o Pai nos faz melhores, dignos e verdadeiramente felizes.

É necessário o choro, é necessário pedir e liberar perdão, incondicionalmente, inclusive à nós mesmos. É necessário soltar as amarras que prendem o nosso coração. Livrar-nos dos sentimentos negativos que tentam nos destruir fazendo-nos viver uma vida miserável, sem paz e infeliz.
"E qual o pai de entre vós que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, também, se lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma serpente? Ou, também, se lhe pedir um ovo, lhe dará um escorpião? Pois se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?" (Lucas 11:11-13)
E quanto a sermos felizes? Podemos ser felizes, Deus se agrada disto, pois nos dá o Seu Espírito Santo. Daria-nos o Seu Espírito para que fossemos infelizes, amargos, miseráveis fisico-espirituais? Há pai que se alegre com a miserabilidade do filho? Somos felizes somente quando somos servis, bons, generosos e empáticos, entre outras coisas, que são consequẽncias de quem é de Deus e não coisas que são feitas para que sejamos aceitos por Deus. Não há o que possamos fazer para merecer a Graça do Senhor. Não há preço à pagar. O Senhor Jesus Cristo já pagou todo o preço. Preço caro, preço de sangue.
"Ah! Todos vós, os que tendes sede, vinde às águas, e vós, os que não tendes dinheiro, vinde, comprai, e comei; sim, vinde e comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite." (Isaías 55:)
Felizes não à qualquer custo ou às custas dos outros. Não podemos ser sangue-sugas que vivem e são felizes por sugar os outros, extraindo continuadamente seivas essenciais à vida, pensando somente em nós mesmos, nas nossas necessidades. Também semelhantemente a uma fruta, da qual tiramos todo o suco e depois jogamos o que sobrou fora, no lixo. O egocêntrismo é destrutivo. Somos felizes por fazermos os outros felizes. Somos felizes às custas de muito amor e dedicação à Deus e ao próximo; somos felizes pelo amor verdadeiro que vem de Deus, pois só Ele nos faz verdadeiramente felizes com o Seu verdadeiro ouro, que não é o ouro dos homens, material, mas espiritual.

Fiquemos todos na Paz, que excede todo o entendimento
do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré.