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sexta-feira, 6 de junho de 2014

O Som do coração


A bíblia nos diz que devemos cantar e dançar para Deus. O Senhor se alegra conosco, quando nos alegramos nEle, e para Ele. Era comum o uso de instrumentos musicais, na época de Jesus Cristo. Com a reforma protestante resgatou-se a alegria de se poder dançar, cantar e entoar hinos ao Senhor. Houve o resgate de uma igreja dirigida pela bíblia e não por homens, como estava. Vejam o que diz Paulo em Efésios 5:18-19:
"E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito, Falando entre vós em salmos, e hinos, e cânticos espirituais; cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração, ..." 
No entanto, muitas vezes os crentes em Cristo Jesus são considerados chatos, pois só ouvem músicas gospel, em casa, no carro e nas festas. Muitos fazem isso vinte e quatro horas por dia. Vão a "shows" gospel, que na verdade, na sua maioria, são cultos. Estes crentes criticam toda a música do mundo. Suas críticas se baseiam no fato de que temos que nos esvaziar das coisas do mundo, pois quem é de Cristo não pertence mais a este mundo. Dizem ainda que as músicas do mundo são tendenciosas, usam de palavras de maldição, pejorativas, imorais, que nada edificam, além de que, muitas delas são consagradas ao mal.  Quem não é crente não entende. Concordo com quase tudo isso, no entanto temos que levar em consideração algumas outras coisas.

A respeito das músicas do mundo, sabemos que muitas delas são, simplesmente, comerciais, visando somente o lucro. Outras são reconhecidamente do mal, com duplos sentidos, cheias de malícia, sensualidade, e até mesmo consagradas ao mal. A verdade é que não podemos ouvir músicas consagradas a entidades espirituais, misticismo, ocultismo, entoações de feitiçarias, forças místicas, etc. Fiquemos atentos à isto.

Muitos não sabem que, modernamente, o som é estudado cientificamente para que o nosso cérebro possa ser manipulado pelas músicas. Algo como a busca da batida perfeita. Essas músicas fabricadas, fazem com que a pessoa tenha vontade de ouvi-la, ou seja, trata-se daquela música "chiclete", que não desgruda da nossa mente. Os produtores fabricam músicas quase inevitáveis de se ouvir e de querer mais.

Não sejamos tão ingênuos a ponto de pensar que não existe músicas gospel que NÃO são para louvor ou adoração à Deus. Existe porque o público gospel "pirateia" menos. Há interesse de alguns intérpretes e bandas de se "converter", para os seus interesses comerciais, para o lucro. Não digo essas coisas para criticar "a torto e a direito" as pessoas, mas com o objetivo de nos preservar dessas coisas. Qual a mensagem que esses falsos louvores gospel nos trazem, verdadeiramente?  

Por outro lado, entendo também que, há músicas do mundo que podemos ouvir. São músicas que tratam de raízes culturais, que contam a história e o viver de um povo. Não foram criadas pelo ou para o mal. Contam, por exemplo, da vida do campo, dos animais, das frutas, flores, do morar e dos costumes. Há músicas que são verdadeiros poemas, algumas parecidas com os cânticos de Salomão (Cantares), sem maldade, pura arte poética das bençãos que recebemos de Deus. Há também músicas instrumentais, clássicas, e outras, interpretadas lindamente, que percebemos que é dom de Deus. Parece-nos que foram feitas para Deus. Não podemos generalizar e considerar do mal,  todas as músicas que não são gospel.

Para explicar isso melhor: Um engenheiro crente faz projetos de edificações. Esse é o trabalho dele. Serão esses prédios somente para o uso de Deus, como templos, por exemplo? Alguma vez, até pode ser, mas não sempre. Se o engenheiro dependesse, somente, de construir templos, não sobreviveria. Outro exemplo: um eletricista crente faz somente a elétrica para crentes e para as igrejas de Jesus Cristo? Claro que não! Esses profissionais certamente consagram a Deus o trabalho de suas mãos, mas trabalham para todo o povo. Na música é semelhante. Há profissionais do mundo que criam músicas para alegrar o povo. Tratam-se de músicas que não possuem atributos negativos. Quem poderá afirmar, com certeza, que não é dom de Deus? Serão os crentes melhores do que as demais pessoas, a ponto daqueles não serem dignos de receberem dons de Deus? São músicas que não desagradam a Deus. Com toda certeza, alegram mais a Deus, do que os falsos louvores gospel. Quem é verdadeiramente convertido à Jesus Cristo, tem o Espírito Santo de Deus, reconhecerá uma música que não agrada à Deus. A música que agrada a Deus, falará de boas coisas, será agradável de se ouvir, será alegre, fará com que nos sintamos bem.

Devemos saber, no entanto, que o nosso ouvir, o nosso cantar, o nosso trabalhar, enfim, o nosso viver deve ser para o Senhor. Muitos dos que estão no mundo acreditam em Deus, somente não tiveram ainda uma experiência com o Senhor Jesus Cristo. Deus conhece o coração das pessoas. Talvez até já tenham aceito o Senhor Jesus Cristo nas suas vidas, de uma maneira diferente do que pensam os evangélicos. Quem somos nós para julgar quem é de Jesus ou não? Conhecemos o coração das pessoas? O que nos cabe fazer é evangelizar e proclamar a palavra do Senhor para estes.

Não posso deixar de comentar, aquelas músicas gospel que de tão maravilhosas,  tocam, não somente o coração dos crentes, mas os corações de todo o povo. Levam o povo a declarar a palavra do Senhor,  as vezes sem perceberem e assim vidas são edificadas.

No entanto, a maioria das músicas do mundo não são dons dados por Deus. Tratam-se de bandas e músicas essencialmente comerciais. Coisas criadas pelo homem e que visam somente o lucro. Músicas que não edificam em nada. 

Temos que ficar atentos, orar, pedir discernimento ao Senhor, para que possamos reconhecer o falso.

O verdadeiro som do coração é aquele que vem de Deus. É o som que vem do fundo do coração do homem, que está cheio de Deus, que teve ou tem uma experiência sobrenatural com Ele. Assim como a fé é dom de Deus, o verdadeiro som do coração é dom de Deus.

A música gospel tem que ser destinada à Deus e à edificação da Igreja de Cristo, para louvor, adoração e exaltação do Senhor, na oração particular, na adoração (o tempo todo) e nos cultos. Nunca esquecendo de que necessitamos também, de momentos de silêncio, quando paramos tudo e ouvimos a voz do Senhor.

Alguns versículos bíblicos que falam sobre música: Gn 4:21; Gn 31:27; Nm 21:17; Jz 7:18; Ex 15:21; Dt 31:19 e muitos outros.

Fiquemos todos na Paz, que excede todo o entendimento, 
do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré.

domingo, 1 de junho de 2014

Por falar em dinheiro...


Não pensem que eu não gostaria de continuar escrevendo coisas que agradassem às pessoas, falando do amor, da amizade, de boas mensagens e até de poesias. No entanto, mesmo sendo o amor a essência de Deus, Ele não deve ter coisas agradáveis para nos dizer. Isso acontece porque quase sempre andamos na contramão do bom caminho, que é Jesus Cristo, sua postura e o seu caráter. Deus disciplina a quem ele ama. Estou aqui apenas como um servo do Senhor, que traz alguns alertas. Se possível, acompanhem os links, pois vale a pena.

Dessa forma também não escreverei aqui sobre o evangelho da prosperidade pregado em muitos lugares. Não escreverei a respeito dos dízimos nas igrejas, pois já há artigos específicos, escritos sobre esses assuntos, principalmente neste BLOG. Nem tampouco escreverei sobre coisas agradáveis. Peço desculpas, porque serei um tanto direto, pois há coisas que precisam ser "ditas".

Quero escrever sobre o que é o principal, o mais importante dentro das congregações. Por incrível que pareça, em muitas delas, as pessoas parecem ainda não saber o que é o principal. Para eles, a palavra de Deus não é o mais importante. O que tomou, então, o lugar da palavra de Deus? Nas congregações as pessoas, principalmente os pastores, ironicamente, falam mais de dinheiro, do que muitas pessoas que trabalham no mercado financeiro, tal sua sede pelas riquezas do mundo, sob o pretexto das obras. Esquecem do que Jesus cristo disse:
"Jesus respondeu, e disse-lhes: A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que Ele enviou." (João 6:29)
Deixam em segundo plano a proclamação do evangelho e aparentemente desconhecem a função óbvia da igreja que é ser o pronto socorro espiritual aos necessitados. Transparecem que a congregação é apenas um meio para conseguirem os seus objetivos. Essas congregações buscam um crescimento da sua carteira de dizimistas e ofertantes simplesmente para crescerem mais e mais, sem muita explicação. Mas, para nossa preocupação, a coisa não pára por aí. Esses pastores, consideram que fica muito mais caro recuperar uma ovelha perdida, que necessita dispender mais tempo e esforço, do que arrebanhar uma nova ovelha, dizimista e/ou ofertante. Assim vão crescendo. 

Vergonhosamente, há notícias de congregações que aderiram a Telexfree. Chegaram a ameaçar aqueles membros que não queriam participar, até de expulsão da igreja, pois diziam que tal participação estava dentro da vontade e das bençãos que Deus queria entregar à congregação. Diziam que a pessoa devia participar para o bem comum, ou seja, para o bem da congregação. Bem sabemos que essa organização privada, Telexfree, é ré em diversos processos judiciais, pois trata-se de marketing de rede ou pirâmide, como queiram, onde enriquece somente quem está no topo.

Dizer que são pessoas enganadas, equivocadas não convence ninguém. São pessoas que conhecem a palavra de Deus, mas a menosprezam. Cheguei a conclusão que são pessoas que não creem em Deus. Estão dentro das Igrejas, pregam, mas lá no fundo do seu coração não acreditam em Deus. Porque quem crê, teme a Deus. Por isso não confiam no Senhor e não O temem. Não passam de ateus, disfarçados de crentes para explorar o povo de Deus. Tem nome de que vive, mas está morto, como está em Apocalipse, capítulo 3. Na verdade são piores do que ateus, pois receberam Jesus nas suas vidas, conhecem o Senhor, mas voltaram as costas para Ele. Poderá ser que, esse texto de Apocalipse, nem sirva para eles, pois muitos talvez sejam até, inimigos de Deus. 

Podemos, desta maneira, ver que as coisas do mundo estão vencendo em algumas congregações. O inimigo se vale da ganância do homem para se adentrar nestes locais e corrompê-los.

Como se não bastassem as divisões da Igreja, em várias placas, denominações, esqueceram da pura palavra do Senhor. A corrompem para seus interesses próprios, que invariavelmente é o dinheiro e o poder por ele gerado. É importante dizer, que embora essas denominações declarem que todas são como uma única Igreja de Cristo, em cada cidade, isso não procede. Na verdade são uma só, mas vivem como se não fossem. Se vivessem assim, será que todas as demais congregações aceitarão ser assemelhadas e juntadas àquelas que proclamam a doutrina da prosperidade, por exemplo? E quanto as outras diferenças doutrinárias importantes, que influenciam até na salvação do crente? Não se trata de diferenças teológicas, mas de divisão. Mais de uma visão é DIvisão. Entendeu? Uma coisa é indiscutível, reino dividido não prospera, se não fosse assim Jesus não teria dito. Será Deus, homem para mentir?

Por falar em divisão, também, concordo com alguns estudos de um amigo meu, lá do Rio Grande do Sul, de Alegrete, Silvio Maria, que diz que:

1) Igreja católica é a igreja de Tiatira, o catolicismo romano. Lugar onde prevalece a idolatria. Na sua história, perseguiu, torturou as pessoas, com métodos pra lá de cruéis e, finalmente, matou aqueles que discordassem da sua doutrina. Limitou o acesso da palavra de Deus aos homens. Está afastada da verdade de Cristo Jesus, pois no passado até já vendeu pedacinhos do céu, "ticket to heaven", para quem pagasse mais. Foi rejeitada pelo Senhor; 

2) As igrejas evangélicas são a Igreja de Sardes, cheias de divisões, separadas com muitas placas, muitas delas pregando outros evangelhos, como o da prosperidade, por exemplo. Pelas suas mentiras e consequente afastamento do Espírito de Deus, simulam a unção. Buscam os verdadeiros sinais e prodígios do Senhor, mas não encontram, pois os negociam, como queria fazer o mágico Simão do livro de Atos, capítulo oito, versículos de dezoito a vinte e quatro. Muito gnosticismo disfarçado de cristianismo. Foi rejeitada também, pelo Senhor;

3) Outra igreja rejeitada pelo Senhor é aquela que representa os orgulhosos, que dizem ter conhecimento de Deus, mas negam-no pelo seu egocentrismo, dizendo que somente eles estão certos. Trata-se de Laodicéia. Aquela que se acha abastada, mas que sem saber necessita do verdadeiro ouro, refinado pelo fogo, do Senhor.  Falam da igreja mas não vivem o amor fraternal e a verdadeira conduta cristã. Não estão nem aí para o seu próximo. A verdade deles os afasta do amor fraternal que deveriam ter para com o seu irmão. O que essas pessoas dizem é o mais importante para eles, deixando a verdade de Cristo de lado. Querem ser reconhecidos e seguidos, invariavelmente para as recompensas deste mundo.

4) A igreja irrepreensível pelo Senhor, é a de Filadélfia. Que tem pouca força devido a perseguição que sofre, mas que não nega o nome do Senhor. É desapegada das coisas deste mundo. Representa o amor fraternal, sem divisões, sem denominação, onde todos são cristãos, irmãos, na mesma cidade, que expressam o reino de Deus. Possuem a postura e o caráter do Senhor. São cartas vivas do Senhor Jesus Cristo de Nazaré. O Senhor abriu uma porta para essa Igreja a qual ninguém pode fechar. Ela será guardada da hora de provação que há de vir sobre o mundo inteiro.

O Senhor, no entanto, nos dá uma nova chance. A chance de reconhecer nossos erros e de nos arrependermos. Façamos isto enquanto ainda é tempo, pois Jesus Cristo está às portas. Façamos isto enquanto há luz, vida, pois mortos nada podemos fazer e se demorarmos, poderá ser tarde demais.


Fiquemos todos na Paz, que excede todo o entendimento, 
do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

O melhor de Deus

     
          Ao levantar pela manhã, vou para o meu quintal, olho para o céu, tingido de um azul maravilhoso, indescritível; as nuvens feito flocos de algodão, na forma de animais e coisas até onde pode chegar a minha imaginação; os pássaros se espreguiçando nos galhos do limoeiro, cheio de limõeszinhos que brilham  com os raios do sol, que acabara de aparecer por detrás das árvores; o dourado casal de beija-flores em alegre vôo, num cantar incomum, após beberem do néctar das flores amarelas do pé de camarãozinho, num momento eternizado na minha mente. De repente me vejo surpreso, perplexo, numa reflexão que consistia de que o Senhor ainda nos apresenta as suas maravilhas, enfeitando tudo ao nosso redor, numa explosão de fantásticas cores e de jubilosa vida, mesmo quando, com toda justiça, poderia exterminar toda uma geração perversa, em que reina o desamor e o esquecimento daquele que os criou. Abençoado é o nosso Deus que mesmo assim, nos dá sempre o seu melhor.

Fiquemos todos na Paz que excede todo o entendimento, 
do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré.

domingo, 25 de maio de 2014

A religiosidade dos fariseus


Tratar das coisas de Deus como religião seria semelhante a dizer que os astros celestes, como as estrelas, a lua, os asteroides, cometas,  a terra e os demais planetas, são coisas místicas. Sabemos que não são. Apenas muitas pessoas assim os consideram e até os tratam dessa forma, mas são coisas existentes, constatações e fatos, independentemente do que alguém possa considerá-los ou rotulá-los. Esta é a verdade. Não quero entrar no âmago desta questão, mas a verdade não é relativa, mas simplesmente a verdade. No exemplo acima, um planeta é um planeta, um corpo celeste e não um objeto místico. 

Para clarear o assunto lembro que Moisés deu a lei ao povo hebreu, mas posteriormente, os fariseus a cumpriam com dura religiosidade. Interpretavam tendenciosamente, a exigiam dos outros mas a descumpriam. Bem disse Pedro, na discussão sobre a circuncisão dos gentios:
"Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais nem nós pudemos suportar?" (Atos 15:10)
Tudo havia se tornado uma tremenda religiosidade. A lei mostrava ao homem que ele era pecador, mas não trazia a salvação. A lei e os profetas apontavam para o que haveria de vir, a vinda do Messias e a libertação do jugo da lei (Lucas 16:16). A lei era um tutor, um aio, até que viesse a graça. 
"De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados." (Gálatas 3:24)
Quando Jesus veio, Ele disse que o seu jugo era suave e o seu fardo leve (Mateus 11:30). Disse que deveriam vir a Ele os cansados e sobrecarregados que ele os aliviaria (Mateus 11:28). Quando Jesus curou no sábado, os fariseus, imediatamente, o culparam de não cumprir a lei. O peso disso era grande. Jesus lhes explicando, disse que todo o homem era circuncidado no oitavo dia de vida. Se esse dia caísse num sábado, a guarda desse dia seria quebrada, em obediência a lei de Moisés (Jo 7:21-23). Além disso, os sacerdotes no templo quebravam a guarda do sábado e ficavam sem culpa. Jesus então disse que o sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado. Disse ainda mais: que Ele próprio é o Senhor do sábado. Jesus Cristo quebrou toda a religiosidade. Iniciou-se um novo tempo. Podemos, por esses fatos, concluir que a religiosidade de nada vale e nada é. Jesus nos explicou que a verdadeira obra é que creiamos n'Ele e nAquele que o enviou. Dessa forma podemos ver que temos que nos esvaziar de toda a religiosidade e das coisas deste mundo. O nosso maior desafio é permanecer na fé no Senhor Jesus Cristo, pois o mundo tenta, de todas as formas, inclusive da religiosidade, nos desvirtuar do verdadeiro caminho que é Ele, Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré, Yeshua Hamashia, a Rosa de Saron, O Príncipe da Paz, Conselheiro, a Estrela da Manhã, Pai da Eternidade, Maravilhoso, Deus Forte.

Se tratamos as coisas de Deus como religião, então tudo o que vemos e interagimos, inclusive nós próprios, também trata-se de religião, porque tudo é feitura d'Ele, nosso Pai Celestial.

A cada dia que passa, os cientistas descobrem novos achados arqueológicos que comprovam toda a história bíblica. Se você tem dúvida, procure! Tenho certeza que você ficará supreso. Com a história comprovada na mão, você entenderá a que veio o Senhor Jesus Cristo e entenderá que não se trata de religiosidade, mas sim do nosso viver diário.

Para as perguntas existenciais do homem: quem somos, de onde viemos e para onde caminhamos, que parece coisa da ciência, digo que só Deus nos dá as respostas. Tudo isso que escrevi, não se trata de religião, é simplesmente história, constatação e fatos do nosso dia-a-dia.

Fiquemos todos na Paz, que excede todo o entendimento, 
do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Penso, logo existo.

Se posso dizer, que se penso, logo existo, posso dizer que se existo, existo por causa de Deus. Se digo isso, digo que Deus não é religião, mas sim constatação e  fato, como o ar que respiramos. Nisso está envolvido o pensamento de Descartes, no Discurso do Método, como também o sentido da palavra existir. Se existo, é devido à Deus, pois contrariamente a ciência, só Ele tem as respostas para as seguintes perguntas: quem somos, de onde viemos e para onde vamos. Mas se o mundo considera as coisas de Deus como religião, digo: religião e política, se discute!



quinta-feira, 15 de maio de 2014

Quando silenciamos a voz de Deus


Começo este artigo com um questionamento: Será que podemos ainda pensar que Deus tem um "discurso" suave, manso e agradável para nos apresentar, diante de tudo o que está acontecendo no mundo e na Igreja?

Nos tempos bíblicos os profetas do Senhor faziam seus duros discursos e muitos deles eram mortos. Hoje já não temos mais profetas como existiam naqueles tempos. Somos edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas (Ef 2:20). Não podemos mais mexer nesse alicerce. 

Jesus, nos muitos "ais" aos fariseus, em Mateus 23:13-36, disse que eles concordavam que tinham o sangue dos profetas nas suas mãos. Hoje não é muito diferente disso. Quando o Senhor dá uma palavra de correção e disciplina, para a edificação da Igreja, acontece então a morte, porque a disciplina é dura. Não mais a morte física daquela pessoa, levantada por Deus, mas a morte da própria palavra e da mensagem. Silenciam esses homens e mulheres de Deus, colocando na "prateleira" o que Deus falou. Como Balaão, que já tinha recebido a resposta de Deus, esperam outra manifestação divina para que possam satisfazer os seus interesses e desejos, caindo na tentação (Nm 22). Incrédulos e temerosos devido a falsas profecias, silenciam a Deus, perdendo assim as bençãos. Fazem acordos para o recebimento da mensagem de Deus, com parâmetros criados por eles próprios, e se a mensagem não cumprir as exigências que eles acordaram, simplesmente abandonam a mensagem, por mais verdadeira e edificante que seja. Esperam que Deus desça do céu e lhes diga que a mensagem é d'Ele. Sendo eles de Deus temem ao diabo. Menosprezam o que Deus tem a lhes dizer, semelhantemente ao descaso das coisas de Deus, que fizeram os sacerdotes, conforme consta em Malaquias 1:6-14. 

O que era para ser uma segurança contra falsas profecias, tornou-se de praxe e um nulificador das mensagens, da voz de Deus. Ao fazer isso, silenciar a voz de Deus, a igreja simplesmente impede a manifestação do amor de Deus, pois como dizem as escrituras, Ele disciplina a quem ama. Muitos destes, que não querem ouvir o Senhor, pela sua incredulidade e por se acharem até mais dignos de receber a palavra do que aquele que a recebeu, anulam a mensagem de Deus, pois no fundo se acham irrepreensíveis, impedindo a manifestação do amor de Deus através da sua disciplina. São pessoas que, contrariamente ao que pensam, estão fixadas mais nas coisas dos homens do que nas de Deus, senão estariam mais sensíveis. Preferem silenciar a voz de Deus para agradar a homens, visto o duro discurso, a dura palavra de disciplina. É de senso comum que ninguém gosta de ser disciplinado, corrigido e repreendido. Contrariamente, no entanto, sabemos que receber repreensão denota sabedoria.
"Filho meu, não rejeites a correção do Senhor, nem te enojes da sua repreensão. Porque o Senhor repreende aquele a quem ama, assim como o pai ao filho a quem quer bem." (Provérbios 3:11-12)
"O filho sábio atende à instrução do pai; mas o escarnecedor não ouve a repreensão." (Provérbios 13:1)
  • Nossos filhos gostam de ser corrigidos? Não! 
  • Nós gostávamos quando nossos pais nos corrigiam, ou que pessoas nos corrijam e repreendam? Não! Até colocamos a idoneidade dos que nos repreendem em dúvida, para não recebermos a repreensão.
  • Gostamos que Deus nos corrija e discipline, como filhos que somos? Não! Podemos, falsamente, até dizer que sim, mas no fundo aceitar que se está errado no que se pensava, infalivelmente, estar correto, é muito difícil. Assim não mudamos nossos procedimentos.
Desta forma impedimos que o Senhor nos discipline e perdemos as bençãos.

Os homens amam discursos mansos, doces e agradáveis aos ouvidos. Gostam de ouvir sobre as bençãos de Deus e da prosperidade material. Gostam de ouvir e ler boas mensagens sobre a amizade, amor, cura, do ser feliz,  como acontecem em muitas congregações e como tanto fazem os leitores dos livros de auto ajuda. Agradam a homens, mas labutam contra a alma e o espírito, pois não disciplinam. 

Quem pensa que Deus tem falas agradáveis para nós, nestes últimos tempos, está completamente equivocado. Ele continua nos amando, porque Deus não muda, mas o "discurso" é duro. É duro porque estamos nos afastando do verdadeiro caminho, Jesus Cristo, que é a nossa separação das coisas deste mundo.

Precisamos da disciplina do Senhor, para que quando Ele vier estejamos prontos, sem rugas, sem máculas. Não está nos seus planos que sejamos aqueles rejeitados, conforme consta em Mateus 7:23, por isso nos avisou previamente.

Muitos ainda acham que receberam a salvação e podem viver à margem da verdade, da justiça e da retidão; na mentira, na enganação e no pecado, por interesses materiais, próprios das coisas deste mundo. Não querem ser disciplinados. Estão confortáveis e seguros na situação que estão.

Mas, consta nas escrituras que o Senhor diz: NÃO! Diz para que se afastem d'Ele aqueles que praticam a iniquidade. Não são pessoas enganadas na doutrina, mas sim inimigos de Deus, pois mesmo sabendo da verdade, ignoram sua palavra, ignoram a sua disciplina e praticam a mentira, a injustiça e a falta de amor e misericórdia para com o próximo.

A Bíblia, em 2Tm 3:1-5, diz que nos últimos tempos os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, mas na verdade não sendo e não praticando.

Dessa forma, silenciamos a voz de Deus.

O Senhor chama ao arrependimento e a mudança de atitudes!

Fiquemos todos na Paz e amor, que Excede todo o entendimento,
do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré.

terça-feira, 13 de maio de 2014

As correntes da escravidão do povo


Podemos, facilmente ver, na atualidade, que o governo que se originou do povo não o representa. Aquela oposição que antes criticava a "elite", transformou-se na própria elite. Poderiam ter feito a diferença, mas não quiseram. Optaram por outra coisa. Esses supostos representantes do povo, mascarados de bonzinhos, dando esmolas ao povo, aceitaram semelhante proposta que o diabo fez à Jesus Cristo. Veja:
"Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles. E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares." (Mateus 4:8-9)
Muitos políticos aceitaram a recompensa do mundo. Pensam que até são de Deus, mas adoraram ao diabo. Esqueceram do povo, esqueceram do bem, sucumbiram ao poder do mal. Se entregaram à adoração ao dinheiro e ao poder que ele gera. Entregaram seus desígnios ao mal, praticando todo o tipo de iniquidade, enquanto a população perece. Sim, a população perece. Perece nos hospitais por falta de atendimento; perece pelo ônus da sede de impostos do governo, que tira muito e dá quase nada em troca; perece pela violência que sofre, causada pela falta de investimentos do governo na educação. É velho dizer, mas ainda verdadeiro, que o povo sem educação é fácil de ser manipulado. É melhor dar esmolas ao povo do que lhe dar educação, pois saberia então, dos seus direitos e expulsaria do governo quem nunca os representou. Correta é a indignação do povo contra a copa ser realizada no Brasil, quando vemos que esses recursos poderiam ser aplicados para a melhoria da qualidade de vida do povo. Quando o governo fornece algum benefício, é a um alto custo, cobrando várias vezes pelos mesmos bens e serviços, através das multitributações e outros ônus. O que as pessoas não veem, é que o povo mantém o povo, não o governo. É semelhante a uma bolada da "megasena", onde muitos jogam para poucos ou apenas um ganhar. Muito dinheiro ajuntado para aplicar onde é preciso. Só que a coisa não funciona bem assim. Os recursos somem no meio do caminho, assim como boa parte do premio da megasena, quando não integralmente. Os recursos são investidos conforme os interesses políticos eleitoreiros, e não pelas necessidades da população. O povo paga mais do que é preciso, pois boa parte dos recursos somem e enriquecem políticos, que ficam impunes. Alguém que era pobre, entra para a política/governo e fica rico. Como podemos aceitar isso sem contestar? Como sempre foi, o ladrão de galinhas ainda vai para a cadeia, mas os verdadeiros ladrões... Dessa forma vemos que não há uma luz no fim do túnel. As eleições estão chegando, vamos compactuar com o mal e aceitar que mintam descaradamente na nossas caras, com aquelas propostas insuportáveis? Cada um sabe o que fazer nas urnas! O poder pertence única e exclusivamente ao povo, não ao governo!

Não dá mais para aguentar. É chegado o final dos tempos. Jesus Cristo, contrariamente ao que muitos pensam, NÃO é religião, é um viver reto e justo n'Ele,  é a salvação para aqueles que não querem mais pertencer a este mundo dominado pelo mal. 

O que faremos? Vamos aceitar a proposta do diabo, como muitos políticos já aceitaram, ou vamos receber Jesus nas nossas vidas e dizer NÃO às propostas do mal? Quem é, realmente, de Jesus Cristo, não compactua com o mal! A decisão é nossa!

A verdadeira política e religião, SE discute! É necessário que o povo conheça a verdade e seja liberto das correntes da escravidão que lhes são impostas.

Fiquemos todos na Paz e amor, que excede todo o entendimento, 
do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré.