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segunda-feira, 4 de março de 2013

Ensinar e ajudar?


Queridos leitores,

Este artigo já estava escrito há algum tempo. Fala sobre o ensinar e o ajudar e então, resolvi postar. Parece-nos, a princípio, que há pouca ligação entre essas duas coisas. Quem ensina necessariamente não ajuda alguém, não é mesmo? Entretanto isso geralmente acontece. Na realidade quero escrever sobre essas duas coisas separadamente, mas dizer que há muito em comum. É algo bem simples, mas que muitas vezes não nos damos por conta. Invariavelmente quem ensina aprende, e aprende muito. Comigo foi sempre assim. No trabalho secular, só aprendi verdadeiramente quando estava ensinando (Administração, informática, rotinas de pessoal e antes disso alfabetização de adultos). Hoje não é diferente, aprendo muito ao ensinar o pouco que sei, ao falar das coisas de Deus. A respeito disso, muitas pessoas acham-se inaptas, incapazes para falar e ensinar as coisas de Deus, mas esquecem-se de que é o Espírito Santo de Deus quem dá o discernimento e a capacitação para falarmos d'Ele e proclamar o Evangelho à todos. Todos são aptos para isso, basta dizer: Eis-me aqui, Senhor. Ensinando,  aprendemos. O Senhor fará o que for preciso, mas o que dizer do ajudar? Com o crescimento das cidades e da marginalidade, muitas pessoas quando tem  chance de ajudar alguém, sente medo, fica totalmente constrangido, e seu coração vai endurecendo, até o ponto de não se importar mais com os outros. Semelhantemente ao ensinar, funciona o ajudar. Quando ajudamos alguém é que somos ajudados. Quando temos a oportunidade de ajudar alguém devemos agradecer à Deus pela chance que recebemos. Quando ajudamos alguém nos sentimos bem, edificados, e isso não passará sem ser visto pelo nosso Deus. Ajudando somos ajudados.
"Porquanto, qualquer que vos der a beber um copo de água em meu nome, porque sois discípulos de Cristo, em verdade vos digo que não perderá o seu galardão." (Marcos 9:41)
No entanto devemos saber que essa ajuda tem que ser de coração, no amor ao próximo, e não tentar enganar Deus, pois isso é impossível. Amor esse que se refere ao posicionamento de amar à Deus e ao próximo. Não se trata do amor carnal dos homens. É um amor posicionado, uma mente transformada para amar diferentemente do mundo, um amor que clama à Deus as suas bençãos e o bem para o próximo. Quem não ama a Deus, jamais amará, o verdadeiro amor, ao próximo. Explicado o pensamento sobre o amor, a ajuda pode ser melhor entendida. Ajudar o próximo com o verdadeiro amor, é obedecer a palavra do Senhor, que diz:
"E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento.
E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas."  (Mateus 22:37-40)

Fiquemos todos na Paz, que excede todo o entendimento, do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré, Yeshua Hamashia. 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

As dependências do homem


Queridos leitores,

Quando Deus criou o ser humano, o homem era livre, não estava sob nenhuma escravidão, estava somente na boa, perfeita e agradável dependência de Deus.

Hodiernamente, o homem cria, cada vez mais, dependência ao próprio homem,  escravizando-o. 

Vemos isso no nosso dia a dia. Deixamos de lado a dependência de Deus, que é boa, fiel, perfeita, agradável e gratuita, por uma dependência do homem, temporária, infiel, triste, escravizante e de alto custo.

Precisamos de tantas coisas construídas pelo homem, que torna-se impossível citá-las aqui. Posso citar algumas, modernas, que são consequências de outras dependências escravizantes. 

Primeiramente somos escravizados pela própria sociedade que nos impõe regras que devemos seguir. Muitas dessas regras nos fazem cair no jugo de homens. Submetemo-nos voluntariamente à muitos jugos desnecessários, simplesmente porque as pessoas nos levam a crer que deve ser assim, que é normal. Nascemos, crescemos, namoramos, casamos, temos filhos, ficamos velhos, morremos. Nesse ínterim, temos que comprar um carro (quase sempre financiado), comprar uma casa (para pagar em muitos anos, muitas prestações), confortos para casa, como TV de tela grande, Blu-rays e outras "últimas tenologias" (tudo em 10 vezes), coisas de uso pessoais, pacotes de viagens (também em 10 vezes), emfim, coisas que todos fazem. Vivemos nossas vidas para essas coisas, percebem? 

Um carro é necessário, mas nem sempre. Quando o compramos, por exemplo, além do próprio financiamento (que dá para comprar quase dois veículos a vista, no final do prazo), arcamos com a desvalorização do bem, pagamos combustível, manutenção, impostos, taxas, e como não temos segurança adequada nas nossas cidades, pagamos além do seguro obrigatório, mais um seguro, garantias adicionais, estacionamentos, pedágios e muito mais. Quando vendemos o veículo, perdemos mais um pouco ainda e os acessórios que instalamos. Uma grande dependência criada pelo homem para gerar mais dependências. 

Caso falte dinheiro para pagar todas essas despesas que um veículo gera, e usamos o cartão de crédito (para compra de pneus, peças, etc., por exemplo), que nada mais é do que uma outra dependência, a coisa fica bem pior. Experimente não pagar o total da fatura no vencimento, então você verá seus recursos serem consumidos (juros escondidos de quase 17% ao mês). Escravidão legalizada. Cada dia mais vamos ficando atolados em dependências. Esse é um simples exemplo, mas que mostra como criamos uma rede de dependências, baseados somente em  comodidades, disfarçadas de supostas necessidades. Vamos aceitando coisas que nos impõem, e que nos convencem que precisamos, como se não tivéssemos outras alternativas.

Queridos todas essas dependências, como disse antes, causam escravidão a um alto custo. O custo é o das nossas próprias vidas, que são vividas somente para satisfazer nossas supostas necessidades. Essas coisas sequestram o nosso tempo de vida e consomem nossos recursos. 
Poderia descrever aqui muitos exemplos, mas incito você a analisar sua vida e a refletir sobre isso. Podemos viver de maneira diferente. Precisamos refletir para ver se estamos numa roda-viva que precisa parar. 

Precisamos viver melhor, abrir mão de coisas desnecessárias. Saber que o excesso de coisas materiais, o consumismo, nos traz a escravidão. Saber que podemos viver com menos. Que as melhores coisas são simples. Que conversar com a esposa ou brincar com o filho, por exemplo, vai ser bem melhor do que assistir TV. 

Como podemos mudar nosso viver? Precisamos de Deus! Sozinhos não conseguimos! É maravilhoso quando voltamos para casa do Pai. Não estou falando de templos, estou falando de primeiramente voltar ao Pai, reencontrar nosso Deus. Almejar a casa que o Filho Jesus, está nos preparando junto ao Pai, onde não há dependências e escravidão, só o amor fiel e incondicional do Pai. Tenha certeza de que as coisas de Deus são melhores do que as coisas que o mundo nos oferece. Podemos ter Deus/Jesus Cristo já, juntinho de nós, basta que o aceitemos. Precisamos estreitar nosso relacionamento com Deus, inicialmente, através de orações. Falar com Ele como alguém que fala com um Pai muito amado e que te amam muito, como você jamais imaginou. Pense nisso!

As coisas dos homens tem preço, um alto preço. As coisas de Deus são de Graça e que ninguém cobre por elas, que temam à Deus, pois Ele é amor, mas também é justiça. Não há quem possa se esconder de Deus, pois Ele é onipresente, está em todos os lugares; é onisciente, sabe de todas as coisas; e é onipotente, o Deus todo poderoso, que criou todas as coisas.

Fiquemos todos na paz, que excede todo o entendimento, 
do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré, Yeshua Hamashia.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Conselho? Tô dentro!


Queridos leitores,

Não é fácil ouvir o que as pessoas tem à dizer a nosso respeito e que nos mostram o quanto estamos errados numa determinada situação. Quando somos admoestados, contrariados no mal feito, detestamos e invariavelmente não queremos ouvir as pessoas que se achegam para nos aconselhar. Achamos que temos a razão, que temos nossos motivos e que seria melhor essa pessoa se calar, mesmo sabendo que está correta. Porque será que resistimos àquilo que é bom para nós? 

Pare para pensar! 

Quando nos falam dos nossos vícios, porque ficamos tão resistentes e constrangidos? Quando o adolescente não quer ouvir os pais, quando esses lhe aconselham em determinado assunto? Porque não gostamos quando alguém nos diz que estamos dedicando muito tempo para internet, no Facebook, games ou frequentando algum site suspeito? Porque ficamos chateados, constrangidos e contrariados quando alguém nos diz que devemos parar de ver filmes violentos,  de terror e de outros falsos entretenimentos? Porque detestamos quando alguém nos fala que estamos dedicando muito pouco tempo para a nossa família, um tempo de qualidade? Porque "odiamos" quando alguém nos diz que as nossas companhias não são boas, que alguns do nossos amigos são "amigos da onça"? 
Afinal, porque não gostamos quando somos confrontados com situações em que pessoas nos chamam a atenção para um erro que estamos cometendo?

Queridos, o mal não é de mentirinha. Ele existe e tenta de todas as maneiras, nos induzir e manter no erro, para nos destruir. O mal não está para brincadeira! O pior de tudo é que o mal tenta nos convencer de que aquilo que estamos fazendo errado, não é nada, é normal, todo mundo faz. Não é verdade? Se for uma mentira, é só uma mentirinha, que não faz mal à ninguém. Se é um entretenimento ruim ou duvidoso, dizemos que só uma distração que isso não nos afeta, que precisamos desse tempinho de descontração. Se é um vício, dizemos que não é, pois podemos parar quando quisermos e vamos continuando com ele. Se é trabalho demais, sem tempo para família, dizemos que alguém precisa trabalhar para sustentar a casa, afinal temos muitos planos para o futuro, carro novo, casa nova, reforma, viagem, etc... Se somos estúpidos, grotescos e incompreensíveis, dizemos que precisamos ser duros, afinal a vida não é fácil e que as coisas precisam ser resolvidas. Se ficamos em cima do muro, dizemos que não temos lado, somos ecléticos, que deixamos a vida nos levar, que não nos comprometemos com nada, na boa. O mal quer nos manter no erro para nos destruir.  O mal tentará afastar de nós tudo aquilo que possa nos ajudar, nos afastando do bem, principalmente pela nossa própria atuação, pois ele está agindo na nossa vida naquele momento e não quer perder o controle do nosso ser.

Temos que estar atentos às ciladas do mal, bem disfarçadas de coisas boas. Devemos estar vigilantes. Devemos aceitar o conselho e conversas edificantes das pessoas que nos amam e de outras com experiência de vida, que se preocupam conosco e que querem nos ajudar. Tem um chavão que diz que se conselho fosse bom seria vendido. Uma grande mentira do mal. Quem nos ama, quem se preocupa conosco, sempre tem um bom conselho, construtivo, quando precisamos. Vamos aceitar esses bons conselhos, ouvir, refletir e levar em consideração para solucionar o problema que estamos enfrentando.

Queridos, há alguém melhor para nos aconselhar do que aquele que conhece os nossos segredos mais íntimos? Aquele que conhece até nossas intenções, que é Deus? Leiamos a Bíblia. São cartas de amor. A Bíblia é a palavra de Deus, a sabedoria que precisamos para viver uma vida digna, na verdade, na justiça, na retidão e no amor, agradando a Deus. 
"Não aceitaram o meu conselho, e desprezaram toda a minha repreensão." (Provérbios 1:30)

"Melhor é a criança pobre e sábia do que o rei velho e insensato, que não se deixa mais admoestar." (Eclesiastes 4:13)
Aplica o teu coração à instrução, e os teus ouvidos às palavras do conhecimento.  (Provérbios 23:12)
Jesus Cristo nos deu um grande conselho:
"Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem." (Mateus 7:13-14)

Ao sermos corrigidos, devemos saber que ficaremos constrangidos, contrariados e até nos sentir humilhados, mas devemos estar com os nossos corações e sentidos bem atentos e abertos à receber essa correção, porque faz muito bem para nós.

Fiquemos todos na Paz, que excede todo o entendimento, do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Simples constatações


Queridos leitores,
selecionei aqui algumas constatações para refletirmos, sem palavras bonitas, apenas simples constatações:
  1. Pela arqueologia a arca de Noé foi descoberta de forma incontestável, nos Montes Ararate, na Turquia.
  2. Pela arqueologia a passagem do povo de Deus pelo Mar Vermelho foi comprovada. Foram encontrados os restos de carruagens egípcias, ossadas humanas e de animais (cavalos), no lugar do mar vermelho, que consta o relato bíblico, onde foi feita a travessia, datados da mesma época indicada na Bília. (leia a história  Bíblica em êxodo)
  3. Que cada dia mais, novamente através da ciência, as verdades bíblicas são comprovadas (há muito material escrito e em vídeo sobre isso).
  4. A Bíblia, comprovadamente, é a palavra de Deus, pois todas as profecias ali contidas se realizaram e outras ainda estão por acontecer, na devida época.
  5. A arqueologia já constatou que Jesus Cristo, Yeshua Hamashia, existiu como está escrito na Bíblia, sem a menor chance de ter sido "inventado", como dizem algumas pessoas incrédulas.
  6. Que o nome do Senhor Jesus significa "O Senhor é a Salvação".
  7. O perfeito plano de Deus para a salvação do homem já foi consumado pelo Senhor Jesus Cristo de Nazaré.
Diante destas simples constatações, resumidas, porque resistir então, em receber o Senhor Jesus Cristo nas nossas vidas e seguir o evangelho, se tudo procede da verdade? 

São muitos os motivos, mas detenho-me nesses: 
  1. Não aprendemos a amar a Deus sobre todas as coisas;
  2. Porque gostamos de permanecer nas coisas que o mundo nos oferece, por não sabermos o quanto são melhores, as coisas de Deus;
  3. Muitas vezes nos encontramos tão imersos em erros (pecados) que nos achamos indignos de receber a salvação, de estarmos na presença de Deus; (Leia o que disse Jesus, sobre isso, em Marcos 2:17) 
  4. Quando buscamos o Senhor e tentamos conhecê-lo mais, numa certa inocência, encontramos pessoas, que como os fariseus faziam no passado, nos envolvem com religiosidades, idolatria, falsidade, interesses diversos, e dai por diante. Somos contaminados com falsas doutrinas. Nos apresentam um Jesus diferente do Jesus Cristo Bíblico (Deus), ensinamentos do homem que nos levam a perdição. Muitas vezes nos impõem um jugo e um fardo, com falsa autoridade, que ninguém pode suportar, inclusive eles próprios. Sabemos que muitos são afastados da verdade, antes mesmo que possam conhecê-la sequer em parte, devido a exigência de pagamento de dízimos, ofertas e outras condições, que as pessoas ainda não estão preparadas para entender e aceitar e muitas dessas imposições, nem deveriam. Impõem o dízimo de uma forma, como se ele nos  tornasse dignos de frequentar a congregação e aptos à receber a salvação. Como se pudéssemos comprar a salvação. Esse é um engano antigo, trazido a modernidade através do pagamento do dízimo. Além disso temos nas igrejas vários maus exemplos do uso do dinheiro do dízimo e das ofertas, fazendo com que o povo generalize e julgue que todas as congregações agem dessa mesma forma; pensam que receber o Senhor Jesus Cristo é somente o ato de aceitá-lo na sua vida e passar a fazer parte de uma congregação onde certamente pagará dízimos e ofertas, que serão mal aplicados e a salvação estará garantida. É necessário que saibamos que Deus não precisa do nosso dinheiro, que Ele quer somente um coração desapegado das coisas materiais. O desapego das coisas materiais é muito bom para nós e vem com o tempo. Vamos sendo moldados,  devagarinho, levados à valorizar primeiramente as coisas espirituais. As boas obras vem a seguir. As coisas de Deus são de graça, não são coisas de homens que tem preço em dinheiro. Não é possível comprar a salvação. Houve preço, mas o Senhor Jesus Cristo já pagou. Lembrei-me agora da passagem bíblica, no livro de Atos 8:18, quando Simão, o mágico tentou comprar dos apóstolos Pedro e João o "poder" de impor as mãos para entregar o Espírito Santo a quem quisesse, a preço em dinheiro. Simão estava em iniquidade, não fazia o que era reto diante do Senhor. Precisava de arrependimento da sua maldade, e deveria rogar à Deus pelo perdão.  A atitude do mágico Simão não se parece com o procedimento de muitas congregações? A salvação é um dom gratuito. Os textos abaixo referem-se a isso:
"O vós, todos os que tendes sede, vinde à águas, e os que não tendes dinheiro, vinde comprai, e comei; sim, vinde, comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite." (Isaias 55:1)
"E o Espírito e a esposa (igreja de Deus) dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida" (Apocalipse 22:17)

Fiquemos todos na paz, que excede todo o entendimento, do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

O melhor natal e ano novo


Queridos familiares e amigos e leitores,

Nesta época de natal cabe-nos algumas reflexões. Reflexões que dizem respeito ao nascimento do Senhor Jesus Cristo. Embora estejamos falando de vida, de nascimento, é impossível falar do nascimento do Senhor Jesus Cristo sem falar na sua morte e ressurreição. O Senhor Jesus Cristo veio para cumprir os propósitos de Deus Pai. Deus de fez carne, nasceu da Virgem Maria de maneira sobrenatural, para cumprir o plano de salvação de Deus. Jesus como Deus, pois Deus é Pai é filho e Espírito Santo, não poderia ser morto pelos Homens, pois ele mesmo ou Deus Pai impediriam isso. O senhor Jesus entregou-se voluntariamente para o sacrifício final, cumprindo o que estava escrito, que foi profetizado, seguindo o plano de Deus. Sacrifícios/holocaustos não seriam mais necessários para a purificação dos pecados, pois Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. O sacrifício do Senhor Jesus foi decisivo e final. Em joão 3:16 está escrito:
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna." 
Aquele que recebe e crê no Senhor Jesus Cristo de Nazaré na sua vida, tem contato direto com Deus, pois no reconhecimento e arrependimento, está purificado de todos os seus pecados. É nova criatura, alguém que vive na verdade, justiça, na retidão e no amor. Alguém digno de estar na presença do Pai. Sem intermediários, pois o Senhor Jesus é o único intermediário entre nós e Deus. Está escrito:
"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim" (João 14:6). 
O Senhor Jesus Cristo, que ressuscitou e hoje está nos céus, na presença do Pai, é aguardado pela sua Igreja, na sua volta.

Á todos nós para 2013 e demais anos vindouros, o desejo é que possamos seguir/aceitar os propósitos de Deus para nossas existências; que possamos realizar a vontade de Deus na integralidade e com excelência e por fim, aceitar os desejos que Deus tem para nós, pois todas as coisas que vem dEle  são boas, perfeitas e agradáveis, e eu diria, maravilhosas. 

Que nossas vidas sejam um grande Shalom (todas as maravilhas de Deus, como paz, prosperidade, amor...)., em louvor e adoração ao nosso El Shadday.

Fiquemos todos na Paz, que excede todo o entendimento, do Nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré.

sábado, 22 de dezembro de 2012

Como podemos ser completos?


Queridos leitores,

Precisamos de um abrigo para dormir, de água para beber, comida para comer, roupas para vestir, amigos para compartilhar e do nosso maravilhoso e poderoso Deus, que nos dá tudo isso e muito mais, para orar, para O louvar e para O adorar.

De nada adianta não acreditarmos em Deus, porque somos a Sua criação e convivemos com tudo o mais que Ele criou. Não há como não perceber isso. Podemos, inicialmente, até não aceitar a existência de Deus, mas dizer que todas as coisas foram criadas pelo acaso é a mais louca tolice que alguém poderia dizer. Teoria da evolução de Darwin? Os seres até poderiam ter evoluído, mas e a inteligência do homem de onde veio e quando iniciou-se? Quem pensa que a finalidade da ciência é desmentir a existẽncia de Deus também é a mais desvairada das tolices, pois é pela ciência que a existência de Deus é comprovada. É só analisar os fatos. Ao contrário do que muitos pensam, nem mesmo Darwin tinha o objetivo de desmentir a existência de Deus. Os ateus aproveitaram-se da oportunidade para usar a teoria da evolução das espécies para dizerem que Deus não existia e que bíblia eram lendas e estorinhas escritas por homens. 

Quem não admitir que Deus existe, ao contemplar a sua criação, principalmente o homem, que foi criado segundo a Sua imagem e semelhança, terá que reavaliar sua posição urgentemente. Tem que parar para pensar. Queridos nós só nos completamos quando estamos na presença do Senhor nosso criador. Somos como uma peça fora do quebra-cabeças, fora do contexto. Quando somos colocados no nosso lugar, junto de Deus, completamos o "quadro", somos inseridos no todo, e nos sentimos COMPLETOS, como nenhuma outra coisa pode proporcionar. Quando recebemos Deus nas nossas vidas e mantemos uma comunhão, um compartilhar, uma intimidade com Ele, ficamos completos de tal maneira que nos emocionamos, choramos de alegria, numa mistura de sentimentos inigualáveis que transcendem o mundo material. Nessa hora todas as outras coisas perdem a importância. Não queremos parar. Queremos somente continuar a louvar e adorar o Senhor. Quiça que em todas as pessoas "caísse a ficha" e recebessem Deus e O tivesse em primeiro lugar nas suas vidas. Nenhum problema seria tão grande, nem mesmo a morte, pois Jesus Cristo dá a salvação e a vida eterna, começando aqui e agora e as bençãos de Deus se fariam presentes em todas as vidas. Seríamos e nos sentiríamos completos.
"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim" (João 14:6)
Deus é uma pessoa, em espírito. Deus é vivo. Deus está em todo o lugar. Deus é bom. Deus é fiel. Deus é amor. Deus é o nosso criador. Não precisa de templo de igreja para ter contato com o Senhor. Somos o templo do Senhor, quando Jesus habita em nós. Não precisa pagar dízimo para ter Deus no seu coração e as Suas bençãos. 

Ao receber Jesus Cristo, Deus trocará o teu coração, por um coração de carne, macio, quebrantado e as obras do bem se farão na sua vida.  Basta recebê-lo, verdadeiramente, na sua vida. O resto Deus fará. Tenha Ele como o primeiro na sua vida. Problemas virão, mas a maneira como você irá enfrentá-los será bem diferente, porque você não estará sozinho. Terá a ajuda e a companhia dAquele que não te pede explicações, pois já te conhece totalmente, até os seus segredos mais íntimos. Terá o Todo-Poderoso. Terá o Deus do impossível. Terá Aquele que é especialista em tudo, pois tudo ele criou. Somente Ele te entende, sem pedir explicação. Sabe porque Jesus salva? Porque ele pagou o preço pelos nosso pecados para que pudéssemos estar na presença de Deus, limpos e completos. Jesus levou consigo os nossos pecados para que pudéssemos começar essa vida nova, vivendo na verdade, na justiça, na retidão e no amor, procurando não mais pecar. 

Como começar? O primeiro passo é parar, entre no seu quarto, sozinho, dê um tempo. Clame pela presença do Senhor Jesus Cristo de Nazaré. Receba-O na sua vida, falando com sua própria voz o que lhe vier a mente. Diga que precisa dEle. Peça que Deus te encha do Seu Espírito Santo. Reflita, traga a tona, sem medo, todos os seus pecados e se arrependa verdadeiramente deles. Se vier choro, chore pelos erros que cometeu e pelo mal que causou aos outros e a você próprio. Saiba que você causou tudo isso primeiramente para Deus. Entregue todos esses pecados à Jesus Cristo de Nazaré, nesta hora. Peça perdão e não peque mais. Leia a bíblia, a Palavra de Deus, que foi escrita por homens inspirados pelo Divino Espírito Santo. Mantenha suas orações para Deus, como se estivesse falando com seu melhor amigo, aquele que é fiel e que nunca te decepcionaria. Fale e conte tudo à Ele. Ele te ouve, tenha certeza!

Você tem dúvida do que é pecado? bem... uma boa maneira de saber é se perguntar: Jesus Cristo faria isso? Se não, certamente é pecado. Todos conhecem o caráter e a postura de Jesus Cristo de Nazaré. Se não conhece procure alguém que possa lhe explicar ou leia a respeito. 

Fiquemos todos, na Paz que excede todo o entendimento, de Yeshua Hamashia, nosso amado Senhor Jesus Cristo de Nazaré, que seguindo os propósitos de Deus Pai, entregou-se voluntariamente ao sacrifício final, para que tivéssemos a salvação e a vida eterna, na presença do Pai. Precisamos retornar à casa do Pai e ao primeiro amor (Jesus Cristo de Nazaré/Deus).



terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Jesus cumpriu a profecias ou...


Uma dúvida que sempre surge na cabeça das pessoas é a seguinte: Jesus Cristo quis, por sua própria vontade, através de sua vida, cumprir as escrituras ou Ele veio para que as escrituras se cumprissem seguindo um propósito de Deus? Parecem a mesma coisa, não é mesmo? 

Na primeira situação, Jesus Cristo, como homem comum, teria vindo somente para realizar o que as escrituras profetizavam, caso ignorassemos os seus feitos, o que o colocaria numa posição de impostor, como queriam os fariseus. Jesus conhecia das escrituras antigas e dos profetas. Como impostor poderia estar "imitando" as escrituras e as profecias para se tornar o Messias? Isso não tem o menor sentido ou fundamento, pois não há como ignorar os ensinamentos e os sinais sobrenaturais que Jesus realizou. Os fariseus, por sua vez, temiam  perder o poder, status e privilégios que o governo romano lhes havia concedido. Viviam sob o domínio estrangeiro, mas temiam o suposto libertador, pois lhes era interessante. Não podiam correr o risco de deixar Jesus "crescer". Dessa forma, muitos pensavam que Jesus Cristo libertaria Israel do domínio Romano. No entanto o plano de Deus era a salvação para o mundo. Algo de difícil compreensão e aceitação pelo povo, que  naquele momento. O povo vivia sob o domínio de outros povos e não entendia das boas novas de Jesus. Estavam muito ligados às coisas do mundo, não diferente do que vivemos hoje. Não entendiam que se tratava de coisas espirituais, do Reino de Deus. Não compreendiam que se tratava de um plano de Deus para a restauração da condição do homem, anterior a sua queda no Éden. Quando Jesus foi visitado à noite por Nicodemos, Jesus disse:

"Na verdade, na verdade te digo que nós dizemos o que sabemos, e testificamos o que vimos; e não aceitais o nosso testemunho. Se vos falei de coisas terrestres, e não crestes, como crereis, se vos falar das celestiais?" (João 3:11-12)

É importante sabermos que Jesus Cristo é o Messias, que veio em cumprimento das profecias, que foram escritas muito antes do seu nascimento. Isaias que cito abaixo, por exemplo, foi escrito de 739-686 a.C. Os sinais sobrenaturais apresentados por Jesus Cristo são indubitáveis, provando que Ele é o filho amado de Deus. Quem O vê, vê o Pai, pois o Pai está nEle e Ele no Pai.O verbo se fez carne. Viveu entre nós. Mais do que isso, Ele vive dentro de nós, que O aceitamos e O recebemos como Senhor e Salvador. Chamou-se filho do homem, no entanto é Deus. É filho do Deus que é Pai e Espírito Santo, formando o Deus triuno. Todo o capítulo 53 de Isaias, fala de Jesus Cristo, veja uma pequena parte:

"Quem deu crédito à nossa pregação? E a quem se manifestou o braço do SENHOR?
Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência nele, para que o desejássemos. Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum. Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados."(Isaías 53:1-5).

Veja que isso foi escrito em 739-686 a.C e que além da profetização de Jesus Cristo, o texto é um claro indício da inexistência do tempo para Deus e da sua onisciência. Bem, por hoje é só.

Fiquemos todos na paz, que excede todo o entendimento, de Yeshua Hamashia, nosso Senhor Jesus Cristo de Nazaré.